Reitor da Universidade Brigham Young
A graça de Deus vai além de vitórias improváveis — Deus conquista vitórias impossíveis.
Pretendemos modificar a tradução se for necessário. Para dar sugestões, envie um e-mail para: speeches.por@byu.edu
Bom dia! Este é um momento incrível para se estar aqui na BYU! Isso é verdade sempre, mas é especialmente verdade hoje. Vejam bem, janeiro de 2025 é especial porque, mais tarde este ano, daremos início às celebrações dos 150 anos desde a fundação da BYU.
Neste nosso ano sesquicentenário — o ano em que celebramos o início da segunda metade do nosso segundo século como universidade — trabalharemos incansavelmente para nos tornarmos a “universidade centrada em Cristo e profeticamente guiada”1 sobre a qual o presidente Spencer W. Kimball2 profetizou durante a celebração do nosso centésimo ano como universidade, há quase cinquenta anos.
À medida que nos aproximamos das comemorações, que terão início no outono, teremos mais detalhes sobre como vocês poderão fazer parte desta celebração histórica. Mas, por enquanto, quero que comecem a sentir a empolgação de alcançarmos esse importante marco ao iniciarmos este 150º ano.
Ao nos aproximarmos desse marco em nossa história, queremos focar na luz com a qual todos vocês brilham, enquanto aguardamos ansiosamente o próximo capítulo da história da BYU. E faremos isso dizendo: “essa luz se torna mais e mais brilhante”3, para “que todos sejam edificados por todos.”4
Agora, vocês aqui, e cada um de vocês ao alcance de minha voz, são as “estrelas brilhantes”5 sobre as quais o Presidente Kimball falou no início deste segundo século, e estamos animados para ver como vocês compartilharão a sua luz ao celebrarmos o nosso 150º ano. Nós os manteremos informados sobre os detalhes no site 150.byu.edu.6
Amo estar aqui, com cada um de vocês, durante este momento tão especial. E estou animado para celebrar o nosso 150º ano juntos. Agora, passemos ao tema de minha mensagem.
A maioria dos programas de doutorado neste país requer um exame de admissão, o GRE (Graduate Record Examination), como é conhecido. Quando eu estava considerando fazer pós-graduação, fiz o GRE com a esperança de tirar uma nota suficientemente alta para ser aceito no programa de pós-graduação em Estatística na Universidade Texas A&M — a única escola à qual me candidatei.
Depois de fazer o exame, eu sabia que a minha nota em matemática tinha sido excelente. Mas, também sabia que as minhas notas nas seções de compreensão verbal e analítica estavam numa escala diferente. Embora soubesse que tinha me saído muito bem na parte de matemática, eu não estava assim tão confiante em relação à minha nota na parte de compreensão verbal.
Então, vocês podem imaginar que, quando recebi uma ligação do coordenador do curso de pós-graduação da Texas A&M, o meu coração disparou, pois pensei que talvez ele estivesse ligando para me oferecer uma vaga e falar sobre bolsas de estudos comigo. Vejam bem, a Texas A&M recebe muito mais inscrições para seu programa de doutorado em Estatística do que de fato aceita. Esta instituição é altamente seletiva. Então, quando o coordenador me ligou naquele dia, pensei que tinha que ser uma boa notícia! Ficou claro, no entanto, que ele tinha algumas perguntas para mim.
O coordenador começou me parabenizando pela minha nota em matemática — exatamente o tipo de nota, disse ele, que seria bom para um programa de doutorado em Estatística. No entanto, em certo momento da chamada, ele literalmente me perguntou se o inglês era a minha língua nativa. Aparentemente, naquele ano, todos os estudantes estrangeiros que se candidataram ao programa tiraram uma nota maior do que a minha na seção de compreensão verbal. Foi, no mínimo, uma lição de humildade. Felizmente, a universidade me aceitou apesar da minha nota baixa em inglês, e a minha capacidade de estar aqui hoje e formar frases coerentes é prova de que o Senhor fortalece até os mais fracos.
Isto é verdade para além do GRE. Como calouro na BYU, nunca poderia ter imaginado que um dia me tornaria membro do corpo docente, muito menos o décimo quarto reitor da Universidade Brigham Young. Tal cenário não era apenas improvável — era, do meu ponto de vista, simplesmente impossível.
Mas passei a acreditar que Deus ama os que estão em desvantagem. Ele ama vitórias de virada. Ele ama o impossível.
Este ano, testemunhamos algumas vitórias de virada incríveis no campo de futebol americano. Vocês terão que me desculpar enquanto dou uma de nerd sobre algumas das estatísticas desportivas da BYU.
Vejam bem, nesta temporada, a BYU estava em desvantagem em quatro dos seus primeiros oito jogos. Em outras palavras, durante metade dos seus primeiros oito jogos, era para a BYU ter perdido. Ao vencer todos os oito jogos consecutivamente, a BYU se tornou o segundo time de futebol americano de nível universitário a desafiar probabilidades tão difíceis desde 19907, um ano muito antes de a maioria de vocês ter nascido.
Agora, em dois daqueles oito jogos, a BYU estava atrás no placar no quarto período com menos de um minuto restante. A probabilidade de vitória tornou-se tão pequena em ambos os casos que o rastreador de probabilidade de vitória ao vivo da ESPN deu à BYU menos de meio ponto percentual de chance de vitória. De fato, em um desses jogos – muito, muito tarde no jogo — as chances da BYU perder eram de 99,9%!8
E ainda assim, em ambos os casos, a BYU voltou a assumir a liderança com apenas alguns segundos para o final. Ao assistir essas vitórias de última hora da lateral do campo, senti vontade de citar o personagem Lóide Christmas: “Então quer dizer que tem uma chance?”9
É claro que o mundo do esporte está repleto de exemplos emocionantes de vitórias improváveis, mas o que eu quero enfatizar hoje é que a graça de Deus vai além de vitórias improváveis — Deus conquista vitórias impossíveis.
“A Deus”, ensinou Cristo aos seus discípulos, “tudo é possível.”10 Pedro caminhou sobre a água.11 Imaginem isso. Com Cristo, Lázaro12 e a filha de Jairo13 levantaram-se dos mortos. Com Cristo, cinco mil foram alimentados a partir de poucos pães e peixes.14 Com Cristo, a multidão no Livro de Mórmon “adiantou-se com os seus doentes e seus aflitos e seus coxos; e com seus cegos” e Cristo curou a cada um.15 Com Cristo, milagres acontecem.
Para citar um dos nossos oradores do semestre de outono de 2024, “Deus faz a matemática do impossível”.16 E eu prometo que milagres acontecerão para vocês este semestre, à medida que exercerem fé em Cristo, “que é poderoso para salvar”.17
É claro que a fé, sem obras, é morta. Mas, como o Presidente Dallin H. Oaks nos ensinou neste campus, “obras sem fé são ainda mais mortas.”18
Todas as muitas obras que fazemos aqui na BYU devem ser inspiradas e motivadas por nossa fé em Jesus Cristo e guiadas por direção profética. É essa fé que nos trouxe a este ponto em nossa jornada de “tornar-nos”,19 e será essa fé em Cristo que nos impelirá a nos tornarmos uma “universidade de profecia, centrada em Cristo e profeticamente guiada”.20
O presidente Merrill J. Bateman, décimo primeiro reitor da Universidade Brigham Young, observou que “a fé dos fundadores da BYU nunca foi tão forte quanto em tempos de crise.”21
Na nossa história da BYU, sabemos um pouco sobre o que significa estar em desvantagem.
O presidente Bateman contou que, em 1884, quando o único edifício da escola foi destruído por um incêndio, Reed Smoot, futuro apóstolo e senador dos Estados Unidos, gritou: “Oh, irmão Maeser, a escola está destruída!”
“Não exatamente”, respondeu Maeser. “Foi apenas o edifício.”22
Ele estava certo.
Alguns anos após o falecimento de Maeser, a universidade voltou a enfrentar dificuldades financeiras. Para terminar a construção do novo Edifício Memorial Maeser, na colina Temple Hill, e para manter a universidade funcionando, foi decidido que a melhor coisa a se fazer seria vender todo o terreno restante da universidade, ao norte do edifício, para ajudar no orçamento.
Alfred Kelly foi o orador da cerimônia de formatura designado para apoiar este plano. Mas Kelly se sentiu inquieto com a designação. Nos dias que antecederam seu discurso de formatura, ele decidiu caminhar até a área chamada Temple Hill, acima do Edifício Maeser, para orar. Enquanto ele observava o vale, uma visão se desdobrou diante de seus olhos.
“Gradualmente, a luz da manhã avançou através do vale em direção ao local onde eu estava. Fechei parcialmente os olhos quando a luz se aproximou e fiquei espantado com a estranha visão que parecia surgir diante de mim. A luz do sol que avançava assumiu a aparência de pessoas, milhares de jovens que se aproximavam de mim, com seus braços carregados de livros. Virei-me e encontrei a região atrás de mim iluminada também. Sob aquela luz vi centenas de edifícios, grandes e belos templos de aprendizagem. Aqueles jovens passaram por mim e entraram nos edifícios. Então, com alegria e confiança, eles se viraram para o leste e ergueram os olhos para o céu, onde, novamente tornando-se parte da luz do sol, gradualmente desapareceram de minha visão.”23
Vejam bem, Alfred Kelly viu vocês e ele me viu também.
O público naquele dia ficou chocado. Jesse Knight, um benfeitor de longa data da BYU, levantou-se de um salto e prometeu o seu apoio financeiro, declarando: “Não venderemos um único acre. Não venderemos um único lote.”24 A fé de Alfred Kelly — um estudante assim como vocês — nos ajudou a chegar onde estamos hoje.
Duas décadas mais tarde, depois do colapso do mercado de ações em 1932, foi uma fé semelhante, desta vez um professor, que tranquilizou o nosso campus em tempos de incerteza econômica. Alguns temiam se a universidade poderia continuar ou se a Igreja teria recursos financeiros para mantê-la. Mas, nesta época, um professor de religião da BYU, Sidney B. Sperry, compartilhou um sonho que teve enquanto estudava na Terra Santa. Mais tarde, ele declarou:
Eu estava no alto, olhando para as encostas da montanha Y, mas era um tempo mais distante no futuro. O campus que eu vi não era o pequeno conjunto de edifícios que eu conhecia, mas uma grande variedade de muitos, muitos edifícios… Fiquei maravilhado com a Universidade Brigham Young, e pensei: “Quanta coisa está acontecendo nesses edifícios, com milhares de estudantes e professores, e muita pesquisa. Que grande poder para o bem!”
Depois, examinei as encostas e vi que a universidade se estendia para o norte, com ainda mais edifícios… onde fazia fronteira com um templo branco, e pensei: “Então teremos um templo aqui, como foi previsto!”25
Ele sabia que a universidade estaria segura.
Nossos desafios institucionais hoje são diferentes, mas a solução será a mesma — uma fé inabalável em nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, em Sua Igreja e em Seus servos escolhidos. É através desta fé que nos tornaremos uma “universidade de profecia, centrada em Cristo e profeticamente guiada”.
E milagres acontecerão neste campus e em nossas vidas. Isso significa que cada um de nós deve se tornar um milagre na vida daqueles à nossa volta.
Peço a vocês hoje que dediquem tempo — durante este devocional ou mais tarde, ao orarem à noite, ou mesmo na casa do Senhor — para ponderar e pensar em maneiras específicas pelas quais vocês serão um milagre para alguém à sua volta neste semestre.
Quando Cristo compartilhou a parábola do filho pródigo, Ele descreveu a alegria que o pai teve quando o seu filho — que havia gastado o dinheiro de seu pai vivendo dissolutamente — finalmente voltou para casa, humilhado e sem um centavo. Vendo-o retornar, o pai ordenou que um anel fosse colocado no dedo de seu filho, que ele fosse vestido com uma túnica e que um bezerro cevado fosse morto para a celebração.26 Este foi um milagre que ele pensou certamente ser impossível. “Porque este meu filho estava morto”, disse o pai, “e reviveu; tinha-se perdido, e foi achado.”27
Cristo poderia ter terminado a parábola aqui, e ainda teria inspirado sermões ao longo dos séculos. Mas Cristo nos contou sobre um irmão que se sentiu injustiçado e que se recusou a celebrar o retorno do seu irmão pródigo. Quando o pai veio para o consolar, o filho, zangado, protestou:
Eis que te sirvo há tantos anos, e nunca transgredi o teu mandamento, e nunca me deste um cabrito…
Vindo, porém, este teu filho, que desperdiçou os teus bens com as meretrizes, mataste-lhe o bezerro cevado.
E [o pai] lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas.28
Talvez, no Instagram possa parecer que são sempre os outros que estão ganhando o bezerro cevado, a túnica, ou (atrevo-me a dizer) um anel antes de vocês. Em outras palavras, milagres estão acontecendo na vida de outras pessoas, mas não na minha ou na sua. Em tais momentos, por favor, tornem-se um milagre para outra pessoa. Quando vocês forem o milagre de outra pessoa, a graça de Deus encherá as suas almas. Vocês testemunharão milagres porque vocês serão um.
Eu vi isso acontecer ao ensinar Universidade 101, uma aula dada aqui no campus que busca não só promover o sucesso dos alunos, mas também criar um senso de pertencimento baseado em convênios e uma apreciação mais profunda pela missão da BYU — uma missão inspirada e centrada em Cristo.
Na sala de aula, os alunos tem realizado o que pode parecer pequenos atos, mas sabemos que esses mini milagres tendem a se desdobrar em milagres de maior magnitude. Testemunhei um aluno se levantar da cadeira e abrir espaço numa mesa de grupo para que outro aluno, sentado sozinho, pudesse se juntar. Futuros foram salvos neste semestre por alunos, colegas mentores, funcionários e professores que se empenharam para ajudar alguém que estava com dificuldades.
Um desses exemplos veio, recentemente, de um excelente membro do corpo docente que ensina esse curso. Eu compartilho o e-mail com permissão, modificando detalhes para preservar a privacidade de todos os envolvidos.
Esse professor me escreveu e disse:
Quando a nossa aula de UNIV 101 começou, um aluno não compareceu à várias aulas. O nosso colega mentor mencionou numa das nossas primeiras reuniões de planejamento que tinha tido a impressão de que deveria entrar em contato com esse aluno pessoalmente. Quando não obteve resposta, tentou novamente. Por fim, o aluno respondeu educadamente dizendo que seus planos estavam mudando e que ele provavelmente desistiria de suas aulas e encontraria um caminho que o levasse para longe da BYU.
O mentor não foi dissuadido. “Adie a desistência”, sugeriu o mentor, “e vamos nos encontrar para falar sobre isso.”
Com o encorajamento do colega mentor, eles se encontraram no campus. O aluno em questão é um dos primeiros em sua família a frequentar a faculdade e trabalha quase quarenta horas por semana para sustentar a família. Ele serviu uma missão honrosa, mas neste outono ele estava perdido sem saber como pagar a escola e encontrar tempo para os estudos. Ele estava sobrecarregado e sem muita esperança…
Nos dias que se seguiram, o mentor o ajudou a completar um pedido de ajuda financeira (ele não tinha conhecimento dos recursos disponíveis), o trouxe pessoalmente para a aula, apresentou-o às boas pessoas do Serviço de Aconselhamento Psicológico para obter o apoio necessário, e o ensinou a usar o Learning Suite [plataforma online onde a universidade mantém informações e atividades das disciplinas] e outros recursos necessários para que tivesse sucesso. Tenho observado com profunda admiração a forma como esse mentor tem guiado seu colega, de forma discreta, consistente e criativa, através de uma transição extremamente difícil.
Esse aluno procurou o professor durante o horário de atendimento e chorou de gratidão. Embora não fosse fácil, o aluno passou a sentir esperança e viu um caminho a seguir, graças ao milagre de um colega mentor e de um professor que se importaram.
Não precisamos ser designados como mentores ou como professores para sermos o milagre de que outra pessoa precisa. Precisamos apenas nos inspirar no milagre supremo: nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo.
Nascido em circunstâncias humildes numa cidade obscura, o Senhor não tinha nenhuma propriedade, nenhum título governamental, e nenhuma distinção acadêmica. Ele não escreveu livros e não produziu arte. E ainda assim, hoje, pessoas em todo o mundo reverenciam o lugar de Seu nascimento, e casas de adoração ao redor do mundo levam o Seu nome. Governos baseiam seus calendários em Sua vida. Nenhuma outra pessoa foi tema de tantos livros, obras de arte e estudos acadêmicos.
Por quê? Porque Jesus Cristo escolheu ser o maior milagre na vida de cada um de nós. Que possamos fazer o mesmo em nossa pequena esfera.
Cristo ensinou:
Todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso servo; E qualquer que entre vós quiser ser o primeiro seja vosso servo; Assim como o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate por muitos.29
Testifico que Deus os ama — e Deus ama os que estão em desvantagem.
Neste semestre, ouviremos um grupo notável de inspirados oradores em nossos devocionais e palestras. Um deles é o treinador do time de futebol americano da BYU, Kalani Sitake.30
Recentemente, fiquei impressionado ao ler uma postagem nas redes sociais da Pamrose, a irmã do treinador Sitake, relatando os desafios que sua família enfrentou após os pais se separarem e os filhos se mudarem com o pai para os Estados Unidos. Eles não tinham condições de comprar ingressos para os jogos de futebol americano da BYU. Então, “Pops”, o pai do treinador Sitake, costumava estacionar perto do estádio e apenas ouvir a transmissão e o barulho da torcida.
Em uma única geração, essa família de fé passou de simplesmente ouvir do lado de fora do estádio a ter um de seus membros como treinador do time dentro dele.
Por meio da fé em Cristo, podemos desafiar as probabilidades. Até mesmo o pecado e a morte perdem seu poder. “É Jesus e a Expiação que nos darão força”, ensina o técnico Sitake a seus jogadores. “Esses momentos difíceis tornarão as nossas vitórias ainda melhores.”31
Meus amigos, Deus os ama e os conhece pelo nome. Esperem milagres ao serem, vocês mesmos, um milagre para outros neste semestre. Prometo que a graça de Deus estará com vocês. E tudo o que é injusto ou errado nesta vida, Cristo corrigirá por meio de Sua perfeita Expiação. Ele é o nosso Salvador e Redentor.
Presto testemunho disso e expresso meu amor por cada um de vocês ao embarcarmos juntos neste milagroso semestre. No sagrado nome de Jesus Cristo, amém.
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C. Shane Reese, reitor da Universidade Brigham Young, proferiu este discurso no devocional do dia 14 de janeiro de 2025.