Consumidos pela convicção C. Shane Reese 18 de junho de 2026 https://speeches.byu.edu/por/talks/c-shane-reese/consumidos-pela-conviccao/ --- Pretendemos modificar a tradução se for necessário. Para dar sugestões, envie um e-mail para: speeches.por@byu.edu Estou muito entusiasmado por estar aqui com vocês hoje! Hoje, celebramos as notáveis conquistas de colegas professores que representam muitos de vocês, igualmente merecedores deste reconhecimento. Em meio à agitação das nossas preparações para as aulas, pausar para olhar à nossa volta e reconhecer os esforços de quem trabalha ao nosso lado é algo que vale a pena fazer de vez em quando. Da mesma forma, sinto um forte impulso de expressar minha sincera gratidão àqueles que trabalharam com convicção para ajudar na preparação do semestre de outono. Hoje, quero expressar gratidão a cada um dos conselhos dos quais tive o privilégio de fazer parte durante este ano de solavancos e reviravoltas. Nosso Conselho do Presidente tem se reunido várias vezes por semana e organizado dezenove comitês para nos preparar para o semestre de outono. Nessas reuniões, os colegas demonstraram espírito de equipe, cordialidade, paciência e perseverança. Continuo a sentir-me humilde por fazer parte deste grupo de pessoas dedicadas. O Conselho do Vice-Presidente de Desenvolvimento se reuniu quase tão frequentemente quanto o Conselho do Presidente, com cada membro liderando de forma relevante em um ou mais comitês de planejamento voltados para a preparação do semestre de outono. Sou grato pelo apoio, amizade e cooperação que compartilhamos ao lidarmos com os altos e baixos dos preparativos para o recomeço das aulas. Também sou grato por seus reitores. A cada etapa do planejamento, eles carregaram, por assim dizer, grande parte do peso do planejamento do próximo semestre. Eles participaram de um ou mais comitês para atender às necessidades do semestre e assumiram a tarefa de trabalhar em conjunto com nossa incrível equipe de planejamento acadêmico para criar um calendário em tempo recorde. O presidente M. Russell Ballard, o grande arquiteto de conselhos em A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, falou sobre conselhos e, com algumas adaptações de minha parte, disse: Cada um de nós tem enormes responsabilidades, mas igualmente importante é a responsabilidade de nos reunirmos em conselho, em um esforço conjunto de resolver os problemas e abençoar todos os [alunos]. “Quando agimos de maneira unida, criamos sinergia, que é o aumento da eficácia ou das realizações como resultado da ação conjunta ou da cooperação, cujo efeito é maior do que a soma das partes individuais.” O antigo escritor de fábulas Esopo costumava ilustrar a força da sinergia, mostrando uma vara e pedindo a um voluntário da platéia que tentasse quebrá-la. Naturalmente, o voluntário conseguia quebrar a vara facilmente. Então, Esopo ia acrescentando outras varas até que o voluntário não mais conseguia quebrá-las. A moral da demonstração de Esopo era simples: Juntos podemos gerar sinergia que nos torna muito mais fortes do que quando estamos sozinhos.1 Sou grato pela força e sinergia construída junto com colegas dedicados, sábios e leais. Embora não os mencione individualmente pelo nome, cada um deles é amigo, mentor e companheiro discípulo de Jesus Cristo. Ao vivenciarmos este ano histórico, fazemos uma pausa hoje em nossa preparação fervorosa para o início de um semestre de outono — que é diferente de qualquer outro semestre de outono na história da universidade — para considerar as oportunidades que enfrentaremos no próximo ano. À medida que nos “reunimos” em diferentes lugares hoje, lembro-me de que temos um lugar único na ecosfera do ensino superior, com um alinhamento claro e deliberado com nossa instituição patrocinadora, A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, juntamente com um firme compromisso com o ensino centrado no estudante e na produção acadêmica. Nesta posição única, temos muitas vantagens em relação aos colegas de outras universidades. Para citar alguns exemplos, contamos com o generoso apoio do conselho de administração, presidido pela Primeira Presidência da Igreja. Entre os presidentes do conselho estão dois ex-presidentes de universidades, e o comitê executivo do conselho é presidido por um ex-presidente da BYU.2  Dizer que nossa liderança entende as questões e demandas do ensino superior moderno é um eufemismo. Continuo impressionado com a riqueza e amplitude de conhecimento de nossa liderança ao tomar decisões e como eles se preocupam profundamente com as experiências de nossos alunos e a importância de nossa missão única, incluindo nosso corpo docente e seu desenvolvimento. A aprovação, pelo conselho, de cada membro do corpo docente é uma indicação clara do valor que o conselho dá àqueles que são encarregados de serem modelos e exemplos de discípulos de Jesus Cristo em nossas salas de aula. Em nosso atual momento de pandemia, continuo me sentindo admirado, humilde e repleto de gratidão pelo contínuo e generoso apoio financeiro de nosso conselho de administração e dos fiéis pagadores do dízimo da Igreja. Recentemente, fomos informados de que o conselho de administração autorizou um aumento salarial para o próximo ano. Em um momento em que muitas universidades estão cortando orçamentos devido à COVID-19, incluindo salários de professores e funcionários, nosso conselho de administração continua a fornecer aumentos salariais. Em vez de licenças não remuneradas, recebemos aumentos salariais. Em vez de cortes, vivenciamos aumentos modestos. Essa é uma bênção incrível e uma generosa expressão de apoio dos líderes da Igreja. Que possamos parar por um minuto para agradecer por isso com humildade. Além disso, continuo impressionado com os recursos que a Igreja destina anualmente à BYU com o objetivo de educar Sião, que chegam a centenas de milhões de dólares por ano. Sem dúvida somos abençoados. Estamos passando por desafios sem precedentes, como universidade, devido à pandemia da COVID-19. Se a evolução da situação mundial ao longo do tempo fosse representada como uma função contínua, com altos e baixos, 2020 seria uma descontinuidade — uma anomalia na curva. Embora os estudantes que chegaram em 2020 sejam como os estudantes que chegaram ao campus após minha primeira conferência universitária — ansiosos, entusiasmados e cheios de vida — os alunos que retornam neste outono têm um conjunto diferente de ansiedades, e seu entusiasmo e zelo pela vida apresentam tanto oportunidades quanto riscos ao começarmos um novo semestre. Alguns retornarão ao campus com medo e apreensão sobre o estado do mundo e precisarão de apoio e conforto. Outros retornarão ao campus com uma sensação de impenetrabilidade e destemor, e talvez precisem ser lembrados da importância de proteger os outros. Uma de nossas oportunidades e desafios como professores será exemplificar, incentivar e apoiar o comportamento responsável, usando máscaras, praticando o distanciamento físico e tomando providências para os alunos que adoecerem. Os estudantes reunidos em nossa comunidade compacta neste outono serão, de fato, como nenhuma outra geração que se reuniu neste campus. Ao refletir sobre as mudanças através das gerações, o élder Jeffrey R. Holland proferiu um vigoroso discurso na cerimônia de formatura da BYU em 2018, oferecendo uma visão do futuro para os alunos em sua transição para uma nova fase da vida. Nesse discurso impressionante, ele compartilhou que contava com os formandos para serem mais. Acredito que ele estava expressando um convite a toda a nossa comunidade do campus — um convite tão urgente para nós, como professores e como comunidade universitária de hoje, quanto foi para os formandos em 2018. Ele disse: Vocês saem da BYU para entrar em um mundo político, social e econômico que seus pais nunca conheceram e com o qual seus avós jamais sonharam. Talvez isso seja verdade para cada geração ao longo da história. Mas, em minha idade avançada, eu jamais poderia ter imaginado, como estudante da BYU há mais de meio século, o mundo que vocês agora vão enfrentar. Muito desse mundo é incrivelmente belo e gratificante. . . . Não concordo que “os melhores careçam de convicções”, porque vocês. . . e tantas outras pessoas de bem ao redor do mundo, provam o contrário. Acredito que vocês são os melhores e conto com vocês para serem consumidos pela convicção. . . . . . . Então, saiam pelo mundo e espalhem sua luz. Sejam um raio de luz. Sejam a melhor versão de si mesmos e deixem seu caráter brilhar. Valorizem o evangelho de Jesus Cristo e vivam-no. O mundo precisa de vocês, e certamente o Pai Celestial precisa de vocês para que os propósitos abençoados que Ele tem para Seus filhos prevaleçam. Vocês vieram aqui para aprender. Agora, saiam para servir e fortalecer os outros. Se corrigir todos os males do mundo parece uma tarefa assustadora, que assim seja. Saiam pelo mundo e não se deixem intimidar. Se não pudermos contar com vocês para mudar o mundo, digam-me com quem poderemos contar. . . . Parabéns por esta conquista tão significativa. . . . Que o sol brilhe sempre, como brilha ao meio-dia, para vocês, afastando todas as sombras que, de outra forma, poderiam ofuscar sua felicidade. Expresso nosso orgulho por vocês, e que Deus os guarde nessa empolgante jornada que estão prestes a começar.³ O fato de ele ter visto tantas promessas, esperança e otimismo para o futuro de cada graduando me traz tanto consolo. Vejo essa mesma promessa, esperança e otimismo para cada membro do corpo docente ao iniciarmos este semestre de outono extremamente incomum. O élder Holland expressou que, apesar das diferenças gritantes entre a situação do mundo no passado e a situação do mundo atual, há motivos para termos coragem diante da missão singular da BYU e dos alunos que ela atrai. Será que em algum outro momento a necessidade de foco total foi tão grande quanto neste momento — um período marcado pela pandemia? Nosso mundo está fundamentalmente diferente do que era há apenas um ano. Mas vocês ouviram o convite que o élder Holland fez a vocês e a mim? Após repreender com firmeza o poeta William Butler Yeats e declarar que não acredita que “os melhores carecem de toda convicção”,4 o élder Holland fez este fervoroso convite: “Conto com vocês para serem consumidos pela convicção.” Ao iniciarmos o ano letivo de 2020, com todas as suas incertezas e novidades, gostaria de convidar todos nós, como corpo docente, a sermos excelentes e consumidos pela convicção. Meu primeiro emprego após a pós-graduação foi no Laboratório Nacional de Los Alamos, trabalhando no Stockpile Stewardship Program [Programa de gestão de armas nucleares] no complexo de armas nucleares dos Estados Unidos. Foi um trabalho intelectualmente estimulante com muitos visitantes de alto nível no laboratório. Alguns dos meus primeiros projetos envolviam a coordenação com autoridades do Departamento de Energia (DOE), que estavam no laboratório para aprender sobre o que estava sendo desenvolvido lá. O aspecto mais cativante das visitas foi que nosso financiamento em Los Alamos dependia das prioridades e orçamentos do Congresso, então essas visitas pareciam importantes, com altos riscos. Cerca de dois anos após minha nomeação em Los Alamos, recebemos um assessor técnico do subsecretário do DOE da Administração Nacional de Segurança Nuclear. À medida que fazíamos a nossa apresentação de um trabalho de alta qualidade — fruto de anos de trabalho conjunto do nosso grupo e de muitas horas de preparação —, ficou claro que nosso convidado de alto escalão e grande influência não iria levar consigo um relatório positivo. Fiquei arrasado ao perceber que, naquela situação, a política acabaria prevalecendo. Quando estávamos saindo de nossa reunião e retornando para nossos escritórios, eu estava expressando minha decepção para minha líder de grupo e mentora, Sallie Keller. Sallie tem sido uma influência importante ao longo da minha carreira. Ainda me lembro do que ela me disse: “Dedique-se totalmente a desenvolver uma ciência boa e o resto cuidará de si mesmo.” Ela havia investido toda sua carreira na ciência e, por ter se deixado consumir por ela, sua convicção na ciência superava todos os aspectos secundários do trabalho. Depois de um ano agitado como vice-presidente acadêmico, vi em nosso corpo docente na BYU um nível de convicção e dedicação semelhante ao que minha mentora em Los Alamos me ensinou. Uma diferença fundamental é que a convicção do nosso corpo docente é multidimensional. Enquanto ela estava focada em ciências, nosso corpo docente tem múltiplos focos que tornam nossa experiência mais rica e gratificante. Em minha experiência, vi professores demonstrando sua convicção em quatro aspectos diferentes de sua experiência na BYU: (1) convicção no evangelho de Jesus Cristo, (2) convicção na educação dos alunos, (3) convicção em contribuir para suas disciplinas e (4) convicção em tornar nosso campus um lugar acolhedor para todos. É sobre essas quatro convicções que quero centrar minhas palavras hoje. Convicção no evangelho de Jesus Cristo Estamos todos familiarizados com a instrução do presidente Brigham Young a Karl G. Maeser de que nada deve ser ensinado neste campus sem a influência do Espírito Santo. Ele disse: “Não se deve ensinar nem mesmo o alfabeto ou a tabuada sem o Espírito de Deus. Isso é tudo. Que Deus os abençoe. Adeus.”5 O primeiro objetivo da educação da BYU é, para nós como corpo docente, proporcionar uma educação para nossos alunos que seja “espiritualmente fortalecedora”.6 Essa influência espiritualmente fortalecedora é guiada pelo Espírito Santo. Em nosso documento institucional sobre a missão da faculdade, aprendemos que  a missão fundamental da BYU é ensinar todas as matérias com a companhia do Espírito. Não se pretende “que todos os professores estejam categoricamente ensinando religião constantemente em suas aulas, mas . . . que cada . . . professor desta instituição mantenha seu assunto banhado pela luz e pela cor do evangelho restaurado.” Esse ideal decorre do propósito comum de todo o ensino na BYU: edificar o testemunho do evangelho restaurado de Jesus Cristo.7 Nossa declaração de missão afirma: As verdades do evangelho de Jesus Cristo devem ser ensinadas a todos os alunos da BYU. Qualquer educação é inadequada se não enfatizar que Seu nome é o único dado sob o céu pelo qual a humanidade pode ser salva. Certamente todas as relações dentro da comunidade da BYU devem refletir um amor profundo por Deus e uma preocupação amorosa e genuína pelo bem-estar do próximo.8 Algumas disciplinas no campus naturalmente permitem que seu conteúdo seja banhado na luz e cor do evangelho restaurado. Outras não. O que significa exatamente “banhar” nosso conteúdo na luz e na cor do evangelho restaurado? Recentemente, uma colaboração entre colegas das faculdades de Educação Religiosa e Ciências da Vida explorou como os alunos de Ciências da Vida que lutavam com questões sobre fé e ciência poderiam banhar as questões científicas na luz e na cor do evangelho restaurado. Foi um excelente exemplo de como a comunidade universitária pode trabalhar em conjunto para alcançar o objetivo educacional da BYU de ser espiritualmente fortalecedora. No entanto, nem todos os membros do corpo docente poderão participar dessa maneira. Então, quais são algumas maneiras simples pelas quais nós, o corpo docente, podemos contribuir para “fortalecer a fé no Salvador e o testemunho de Seu evangelho restaurado” e reivindicar o “privilégio de todo o corpo docente da instituição, seja qual for o departamento ou faculdade de origem”?9 Gostaria humildemente de sugerir algumas maneiras simples. Como conduzimos nossa vida. Nosso exemplo tem um efeito poderoso no fortalecimento da fé no Salvador. Como aluno aqui na BYU, observei atentamente o exemplo dos membros do corpo docente e me senti grato pelos modelos de fidelidade e integridade demonstrados por meus professores. Compartilhar as impressões dos devocionais com os alunos. Será mais fácil compartilhar impressões dos devocionais se vocês assistirem a eles ou participarem deles. Ao aproveitarem a oportunidade de assistir ou participar dos devocionais e palestras e ao reservarem breves intervalos em sala de aula para que os alunos compartilhem impressões, vocês fortalecerão a fé deles. Orar no início das aulas para convidar o Espírito. Isso é algo que tem feito parte da minha experiência de ensino na BYU em cada uma das minhas aulas. Às vezes, tenho alunos que oram nos idiomas de sua missão. Também peço que preencham um cartão indicando sua disposição em oferecer uma oração. Lembro-me de uma aluna que havia indicado em seu cartão que estava disposta a orar. Ela era reservada e tímida, e lembro-me vividamente de sua fervorosa oração: “Por favor, ajude o Dr. Reese a fazer sentido hoje”! Espero que a oração tenha sido respondida. Essas são meras sugestões de como podemos nos esforçar para aumentar a força espiritual de nossos alunos. Vocês serão guiados para adotar as melhores formas de educar o aluno como um todo. Temos direito à ajuda do Senhor em nosso trabalho como professores. Ao sermos consumidos pela convicção do evangelho de Jesus Cristo, receberemos Sua ajuda. Seremos orientados de maneiras que nos permitirão fortalecer a fé dos alunos que ensinamos de forma adequada, orgânica e significativa. Convicção para o ensino Em nenhum outro momento nos meus quase 20 anos na BYU a convicção do corpo docente para o ensino foi mais evidente ou tão verdadeiramente notável quanto no final do semestre de inverno de 2020. Em 11 de março de 2020, a universidade tomou uma decisão significativa de mudar todos os cursos do formato presencial para o formato remoto — em um período de três dias! Por estarem tão empenhados no sucesso dos seus alunos e na aprendizagem deles, vocês reagiram de forma magnífica. Sem precedentes, enquanto nossos alunos enfrentavam uma nova realidade de um campus vazio com o anúncio de ensino remoto, cada um de vocês assumiu o enorme desafio de trocar seus marcadores de quadro branco e interações pessoais por ferramentas de tecnologia e ensino à distância. Quando aqueles alunos “voltaram” depois daqueles três dias inesperados de férias de primavera, eles viram nas telas do computador um membro do corpo docente que poderia estar a um mundo de distância, enquanto eles estavam em seus dormitórios, em seus quartos em casa ou em uma dispensa vazia no porão. O que os alunos não viram foi o fato de que do outro lado desse canal de comunicação estava um professor que havia transformado seu escritório em um estúdio virtual. Eles não viram os professores tão brilhantemente consumidos pela convicção pelo aprendizado de seus alunos a ponto de fazerem o ensino remoto funcionar, utilizando demonstrações e ilustrações para dar vida ao conteúdo. Os alunos, que só viam a tela do Zoom, não tiveram a oportunidade de ver o quanto vocês estavam consumidos pela educação deles, a ponto de encontrarem uma maneira de realizar essa tarefa enquanto lidavam com as demandas de suas próprias vidas pessoais, que também estavam sendo dramaticamente afetadas pelas circunstâncias da pandemia. Uma das minhas imagens favoritas da mudança na nossa forma regular de ensino para o ensino remoto foi a imagem agora familiar do professor de dança Nathan Balser. O professor Balser demonstrou ativamente um movimento de dança em sua cozinha. A convicção de ensinar emanava de sua expressão facial. Na realidade, o professor Balser estava ensinando enquanto ele também estava cuidando de seus filhos. Muitos de vocês demonstraram de maneira poderosa e significativa sua convicção em relação à nossa principal missão de educar os jovens, tanto em casa quanto na BYU. Ao rever o semestre de inverno e todos os preparativos para o semestre de outono, sinto-me honrado por fazer parte do corpo docente da Universidade Brigham Young. Todos vocês foram os guerreiros da linha de frente, encarregados do aparentemente impossível, e responderam com graça, habilidade e dons incríveis. Sou grato por cada um de vocês. Vocês demonstraram de forma tão clara e convincente que estão profundamente consumidos pela convicção na educação dos nossos alunos. Convicção pela produção acadêmica O ensino superior moderno é praticamente sinônimo do que pode ser designado por diversos termos, incluindo escrita acadêmica, pesquisa, produção acadêmica ou obras criativas. De fato, os colegas do corpo docente de outras instituições, particularmente as instituições classificadas como R1 pela Carnegie [Nota: universidades R1 são instituições norte-americanas de altíssima pesquisa acadêmica.], se mostram claramente consumidos pela convicção de sua produção acadêmica. Então, como nós, da BYU, reagimos à atração por uma convicção pela erudição, com todo o seu valor e benefício para a sociedade, seu encaminhamento de nossas disciplinas acadêmicas, bem como sua promessa de fama e reconhecimento acadêmicos? Como muitas vezes foi afirmado no campus, a BYU é principalmente uma universidade de ensino de graduação, o que nos coloca em uma categoria única. O presidente Kevin J. Worthen falou sobre isso quando disse: Creio que nessas duas questões — a compatibilidade entre a fé e o aprendizado e a compatibilidade entre o ensino e a pesquisa — nós da BYU estamos em uma posição intermediária difícil. Estamos claramente na posição intermediária pouco povoada sobre estas duas questões, porque rejeitamos tanto a dicotomia entre a fé e a educação, bem como entre o ensino e a pesquisa. E nossa posição é certamente confusa em alguns aspectos, pois nos encontramos atravessando duas divisões que a maioria acredita que estão se distanciando cada vez mais. Mas estar nessa posição precária deve ser motivo de esperança e não de desespero, pois estar no meio dessas duas questões nos torna únicos de maneiras que podem nos permitir alcançar nosso destino profeticamente declarado. Como Brené Brown observou em um contexto diferente, “o meio é bagunçado, mas também é onde a magia acontece”.10 Nossos parceiros da educação em Sião — BYU–Idaho, BYU–Havaí e Ensign College — têm uma missão clara e se concentram no ensino com uma abordagem própria quanto à produção acadêmica. Nossa missão é diferente, mas relacionada. O presidente Worthen a descreveu como uma missão única. Se quisermos ser consumidos pela convicção de nossa produção acadêmica, podemos realisticamente considerar que, com recursos limitados, há vários interesses concorrentes. Por exemplo, nossa clara responsabilidade de colocar o aluno no centro do ensino e da pesquisa acadêmica exigirá uma consideração cuidadosa de quais tópicos de pesquisa resultarão em produções acadêmicas que sejam simultaneamente centradas no aluno e de alta qualidade. Como solução para essa tensão entre o foco no aluno e a produção acadêmica de alta qualidade, talvez seja a nossa motivação para a produção acadêmica que a torne centrada no aluno e algo pelo qual possamos ser consumidos com convicção. Compreender como a pesquisa pode beneficiar nossos alunos — servindo de modelo para descobrir novos conhecimentos e responder às questões mais complexas da vida — nos ajudará a orientar a escolha entre a infinidade de possíveis tópicos de investigação. A busca pela produção acadêmica oferece uma oportunidade única para os professores darem, literalmente, um exemplo e serem um modelo de como enfrentar “desafios pessoais e mudanças e também fortalecer outras pessoas nas tarefas da vida doméstica e familiar, nas relações sociais, no dever cívico e no serviço à humanidade”.11 Talvez nem todos os projetos permitam perfeitamente que os professores se tornem um modelo para os alunos, mas convido o corpo docente de todas as disciplinas a buscar maneiras de exemplificar para os alunos o processo de descobrir e obter respostas para perguntas por meio de investigação séria e de produção acadêmica. Em muitos casos, os alunos podem ser incluídos diretamente como participantes. Estou confiante de que, ao incorporarmos os alunos em nossa convicção pela produção acadêmica, cumpriremos a visão do presidente Dallin H. Oaks: “Inerente a ser a Universidade de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é a realidade de que esse grande objetivo não será alcançado exatamente da mesma forma que outras universidades alcançaram sua grandeza.”12 Ao enxergar nossa produção acadêmica com um olhar centrado no aluno — exemplificando o processo de descoberta por meio de envolvimento direto (como na mentoria) ou simplesmente compartilhando com eles a empolgação desse processo — seremos naturalmente impulsionados a buscar uma produção acadêmica de maior qualidade. Nosso compromisso com a produção acadêmica e o processo de descoberta mostrarão aos nossos alunos como trilhar o caminho de “serem consumidos pela convicção” e como usar esse mesmo processo para encontrar respostas em suas próprias vidas. Convicção por pertencimento Como professores da BYU, somos consumidos pela convicção de Jesus Cristo, de nossos alunos, da experiência deles e de nossa produção acadêmica. Hoje, quero convidar toda a nossa comunidade universitária — e especialmente vocês, nossos professores — a serem consumidos pela convicção de que todos em nossa comunidade aqui no campus, especificamente nossas comunidades de minorias raciais, devem sentir que pertencem à comunidade da BYU. Quero compartilhar um pouco de contexto para este convite. Em fevereiro, foi realizado um painel de discussão no campus no qual vários alunos negros, atuais e antigos, foram convidados a compartilhar sua experiência sobre ser negro e ser imigrante. Durante esse evento, vários comentários e perguntas ofensivas e abertamente racistas foram postados anonimamente e projetados em uma tela de chat, visível para todos os presentes. Essas expressões racistas deixaram os participantes do painel magoados, confusos e se sentindo excluídos da comunidade da BYU. Para ser específico — e me entristece ter que relatar esses comentários — alguns exemplos incluíram: “Qual é a porcentagem de afro-americanos recebendo auxílio alimentar?” e “Por que não temos um mês da história branca?” Essas perguntas eram racistas e erradas na época em que foram postadas, e essas perguntas são racistas e erradas agora. Em fevereiro deste ano e em resposta a essa terrível experiência, o presidente Worthen participou de um evento chamado Perspectives, patrocinado por nossos Serviços Estudantis Multiculturais, que celebra o Mês da História Negra. No evento, o presidente Worthen compartilhou um pedido de desculpas aos nossos alunos negros que ficaram magoados com essas perguntas e comentários verdadeiramente horríveis. Ele disse: Obrigado, Ron. A primeira coisa que quero fazer é agradecer àqueles que organizaram este evento. Assisti o suficiente para saber que muita reflexão, trabalho, suor e, provavelmente, orações foram feitos na preparação de cada uma das apresentações desta noite. Como tenho participado nos últimos anos, o Perspectives se tornou um dos meus eventos favoritos no campus. As mensagens que vocês ouvirão esta noite, com sua paixão e energia, serão claras, evidentes e poderosas. Quero agradecer a Tendela Naomi Louise Tellas, que entregou pessoalmente um convite para eu participar em nome do grupo, e sou grato a ela e a todos eles pela preparação aqui. Mas quero dizer apenas algumas coisas sobre os eventos que ocorreram na última semana. Sou grato, em primeiro lugar, por sua paciência. Trabalhei para entender plenamente os fatos e os efeitos de algumas ações inadequadas, infelizes, racistas e discriminatórias que ocorreram em outro evento aqui no campus há uma semana. Foi inaceitável. O incidente afetou todos os alunos da BYU, mas afetou particularmente nossos alunos negros aqui porque os comentários, preocupações e perguntas racistas foram direcionados a eles. Lamento que tenham sentido tamanha dor e lamento que esse tipo de incidente tenha ocorrido neste campus. Espero que não volte a acontecer. Agora, o que fazemos? Pedi ao vice-presidente acadêmico Shane Reese e a Vern Heperi, assistente do presidente para o sucesso e inclusão dos alunos, que trabalhassem com outras pessoas para nos ajudar a entender como podemos ter uma comunidade, campus e ambiente mais acolhedores e compreensivos para todos os nossos alunos. Não vou listar tudo o que eles planejaram, mas quero que vocês saibam que há planos em andamento, entre outras coisas — e enfatizo “entre outras coisas”. O vice-presidente acadêmico Reese trabalhará com outras pessoas para garantir que os membros do corpo docente, à medida que preparam e abordam tópicos específicos, estejam totalmente preparados, totalmente apoiados e prontos para agir. Ele e outras pessoas trabalharão com o corpo docente para nos ajudar a entender melhor como podemos abordar tópicos delicados e importantes em nosso campus de uma forma que nos tire de nossa zona de conforto, e também, em última análise, dê lugar a uma maior inclusão para todos os nossos alunos. Entre outras coisas, Vern Heperi e o Escritório para o Sucesso e Inclusão dos Alunos nos ajudarão a avaliar o clima atual no campus no que diz respeito à diversidade e inclusão e outras questões relacionadas. Eles também trabalharão para nos ajudar a identificar e eliminar as disparidades de equidade entre as diversas populações estudantis aqui no campus, para que todos os alunos que vêm para cá, independentemente de sua origem, possam aproveitar ao máximo e se beneficiar plenamente da educação extraordinária e incrível que é oferecida na BYU. Vamos contar com a ajuda de outras pessoas no campus, incluindo o corpo docente e os reitores, e eu só quero dar uma menção especial ao reitor Ben Ogles, da Faculdade de Família, Lar e Ciências Sociais. Ele fez um trabalho extraordinário na semana passada com os alunos e professores daquela faculdade para ajudá-los enquanto trabalhavam durante os eventos da semana passada. Agora — não há nenhuma solução rápida ou fácil para os desafios que enfrentamos. Isso não será resolvido hoje à noite. Talvez haja melhorias, mas não vai acontecer de uma hora para outra. Será necessário um esforço contínuo de todos nós se quisermos chegar ao ponto, como diz o programa hoje à noite, em que realmente não sejamos mais “estrangeiros”. Mas podemos fazer isso, e podemos fazê-lo de uma maneira única por causa da BYU e por causa do evangelho de Jesus Cristo. Então, obrigado por estarem aqui. Isso faz parte do processo. Mas, mais uma vez, obrigado — ainda mais obrigado aos participantes aqui que dedicaram seu tempo para que agora possam compartilhar suas mensagens e talentos conosco. Que nós, que estamos assistindo a essas apresentações, sejamos transformados, tocados e edificados por compartilharem seus dons conosco. Muito obrigado, e aproveitem o programa.13 Como parte de sua convicção por pertencer à comunidade da BYU, o presidente Worthen me encarregou de ajudar nosso corpo docente a entender como eles poderiam ajudar a criar um ambiente e uma cultura na BYU que gerassem um sentimento de pertencimento para nossos alunos negros, indígenas e de outras minorias raciais. Como parte dessa designação, o presidente Worthen recentemente me pediu para formar um comitê mais amplo de membros da comunidade universitária, incluindo membros do corpo docente, funcionários administrativos e da equipe e profissionais esportivos, para entender melhor as experiências de nossas comunidades de minorias raciais na BYU. Em seu encargo inicial para o comitê, o presidente Worthen descreveu a formação e o trabalho desse comitê como históricos. Reconhecendo o caráter histórico de seu trabalho, o comitê considerou, com razão, que sua primeira tarefa era estabelecer uma base sólida para o trabalho futuro, redigindo uma declaração de intenções. A diretriz que orientou o trabalho do comitê foi uma recomendação emitida conjuntamente pelo presidente Russell M. Nelson e pelos líderes da NAACP (Associação Nacional para o Avanço da População Negra), que convidaram as instituições educacionais a “revisar os processos, [políticas] e atitudes organizacionais relacionadas ao racismo e erradicá-los”.14 Em resposta a essa recomendação, a declaração de missão do comitê afirma que erradicar o racismo começa com entender e viver os dois grandes mandamentos dados a nós pelo Mestre que cura, Jesus Cristo: amar a Deus de todo o coração e amar o próximo como a nós mesmos (ver Mateus 22:35–39). Nesse espírito de amor, [o comitê] vai abordar o racismo, promover a equidade e aumentar o sentimento de inclusão na BYU ao: Ouvir nossa amada comunidade negra da BYU para entender como o racismo frustrou e continua a frustrar suas experiências na BYU; Convidar a contribuição de todos os nossos amados amigos de minorias raciais na BYU, bem como aqueles comprometidos em livrar a BYU do racismo por meio do estabelecimento da equidade racial e pertencimento; Conduzir uma revisão quantitativa e qualitativa completa de como processos, políticas, práticas, procedimentos, operações e atitudes impactam as minorias raciais em nossa comunidade na BYU; Identificar as questões que impactam negativamente a prosperidade de nossas comunidades de minorias raciais na BYU; Basear-se na experiência de cada membro do corpo docente e da administração da BYU para compreender as formas, tanto sutis quanto evidentes, pelas quais o racismo pode afetar o pensamento e as interações individuais, bem como as unidades organizacionais, os processos, as políticas, as práticas, os procedimentos e as operações; Criar, priorizar e apresentar um conjunto abrangente de recomendações que ajudarão a BYU a promover a compreensão racial, melhorar a equidade e promover a inclusão, e que terão um impacto positivo significativo e duradouro na prosperidade dos membros de minorias raciais em nossa comunidade na BYU.15 Sou grato aos meus colegas do comitê, que incluem Michalyn Steele e Carl Hernandez III, membros do corpo docente de Direito; Ryan Gabriel, membro do corpo docente de Sociologia; a diretora do Comitê de Diversidade, Colaboração e Inclusão do Colégio de Família, Lar e Ciências Sociais, Lita Little Giddins; o diretor dos Serviços de Atendimento a Estudantes Multiculturais, Moises Aguirre; a assistente técnica de atletismo e saltos, Stephani Perkins; o assistente da presidência e diretor do Escritório de Sucesso e Inclusão Estudantil, Vern Heperi; e Jon McBride, do departamento de Comunicações da Universidade. Eles trouxeram expertise, energia e uma incrível disposição para colaborar. Sua paixão pela mudança e seu desejo de melhorar a experiência dos membros de minorias raciais em nossa comunidade no campus são inspiradores. Sinto-me humilde por cada membro do comitê estar tão consumido pela convicção em ajudar a erradicar o racismo na BYU, para que todos os membros de nossa comunidade da BYU “tenham vida, e a tenham em abundância.”16 O comitê está se reunindo ativamente para analisar as recomendações que faremos ao presidente Worthen até o Dia de Ação de Graças. Estabelecemos um portal por meio do qual todos na comunidade do campus podem expressar experiências, ideias e preocupações. Como parte do compromisso do comitê com a escuta ativa, ouvimos estudantes, atuais e ex-alunos, que não se sentiram bem-vindos ou parte integrante da BYU. Tem sido, às vezes, ao mesmo tempo difícil e esclarecedor para mim ouvir e entender algumas das experiências dolorosas de nossos alunos, professores e funcionários negros no campus. A relação entre “ter vida e tê-la em abundância” e nossa compreensão do segundo grande objetivo educacional da BYU — de que “as artes, as letras e as ciências constituem o núcleo de . . . uma educação que ajudará os alunos a pensar com clareza, comunicar-se com eficácia, compreender ideias importantes tanto em sua própria tradição cultural quanto na de outras pessoas e estabelecer padrões claros de integridade intelectual”¹⁷ — nem sempre é vivenciada por nossos alunos negros. Estou confiante de que as recomendações que forem preparadas pelo comitê contribuirão para mudanças significativas para que possamos tornar a BYU um lugar de inclusão para todos — em particular, para nossa comunidade negra do campus. Enquanto isso, gostaria de sugerir humildemente que existem algumas ações pequenas, mas significativas, que podemos realizar para que todos em nossa comunidade universitária se sintam parte integrante dela. O presidente Nelson compartilhou três sugestões poderosas de como podemos realizar a tarefa de inclusão quando disse: Precisamos promover nossa fé na paternidade de Deus e na irmandade do homem. Precisamos promover um respeito fundamental pela dignidade de cada alma humana, seja qual for sua cor, seu credo ou sua causa. E precisamos trabalhar incansavelmente para construir pontes de compreensão em vez de criar muros de segregação.18 Como mais uma evidência da necessidade de pertencimento, um artigo na publicação Journal of Personality and Social Psychology [Revista de Personalidade e Psicologia Social], intitulado “Mere Belonging: The Power of Social Connections [Simples pertencimento: O poder das conexões sociais]” discute os benefícios da conectividade social mínima sobre a motivação para o desempenho. Os detalhes do estudo são fascinantes: esse ensaio controlado randomizado descobriu que pessoas que sentiam até mesmo uma conexão social básica se mostraram mais confiantes e motivadas para realizar uma tarefa.¹⁹ Em outras palavras, atos de gentileza relativamente simples que transmitem a mensagem “estou conectado a você” podem gerar efeitos mensuráveis na vontade de uma pessoa de ter sucesso. Talvez esta seja a explicação científica por trás do que nossos estudantes tinham em mente com seu projeto chamado Check Your Blindspot [Verifique seus pontos cegos].20 Quero mostrar-lhes apenas uma das partes deste projeto liderado por estudantes. [Um vídeo foi mostrado.21] A necessidade básica de conexão social pode ser satisfeita com meios pequenos e simples. Pode começar com um sorriso e um aceno. Quão diferente teria sido a experiência dos alunos no vídeo se apenas um aluno tivesse sorrido, puxado uma cadeira e dito: “Vem sentar aqui”? Gostaria de convidá-los, professores, a assumirem uma convicção pessoal de criar um senso de pertencimento em sua esfera de influência. Por onde começamos? Talvez, em sua sala de aula, onde seus exemplos podem ser mais inclusivos para pessoas negras, indígenas e de outras minorias. Talvez, em uma oportunidade para conversar com um aluno que se sinta isolado e sozinho. Talvez, ao irem do escritório para a aula, vocês possam se concentrar deliberadamente em dar um sorriso caloroso e cumprimentar uma nova pessoa todos os dias. Isso é algo que todos os membros do corpo docente podem fazer.  Se estivermos consumidos pela convicção de tornar nosso campus um lugar onde todos se sintam acolhidos, daremos passos importantes nessa longa jornada para erradicar o racismo na BYU. Sinto-me honrado por ser contado como um de vocês, o corpo docente da BYU.  Frequentemente me impressiono com seu empenho pela universidade e por sua missão. Bem-vindos de volta a um novo semestre. Sou grato por estarem aqui, agora, na BYU. Vejo em vocês pessoas consumidas pela convicção. Obrigado, e oro para que o Senhor lhes conceda as melhores bênçãos ao iniciarem este novo semestre. Em nome de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. Amém. © Brigham Young University. Todos os direitos reservados.