“Honra teu pai e tua mãe” Rex D. Pinegar 14 de agosto de 2026 https://speeches.byu.edu/por/talks/rex-d-pinegar/honra-teu-pai-e-tua-mae/ --- Pretendemos modificar a tradução se for necessário. Para dar sugestões, envie um e-mail para: speeches.por@byu.edu É um grande privilégio estar com vocês hoje. É com grande prazer que compartilho esta oportunidade com vocês, estudantes e missionários, e é uma grande honra estar em sua presença. As apresentações pessoais são sempre interessantes e, às vezes, uma preocupação para mim. Há vários anos, enquanto eu servia como membro do conselho consultivo geral da Escola Dominical, participei de uma conferência de estaca onde recebi uma apresentação que não esquecerei tão cedo. Quando cheguei ao aeroporto, um conselheiro da presidência da estaca estava lá para me receber, e ele me cumprimentou com as seguintes palavras: “Estou muito feliz por você ter chegado. Eu não via a hora de ver como você seria.” Ele deu um sorriso curioso, eu sorri de volta, e partimos para a sede da estaca. Várias vezes, durante os dois dias da conferência, a presidência da estaca trocou olhares cúmplices. Durante a reunião de acompanhamento com o élder Thomas S. Monson e a presidência da estaca, o conselheiro que me havia recebido no aeroporto entregou uma carta ao élder Monson com o seguinte comentário: “Talvez você queira saber como eles apresentaram o membro do conselho consultivo que participou de nossa conferência”. O élder Monson então leu: “Isso é para apresentar o irmão Rex D. Pinegar, atual professor assistente de educação especial na Universidade Brigham Young e, anteriormente, um professor de deficiência intelectual.” Tudo o que consegui dizer foi: “Pelo menos dizia ‘anteriormente’”. Desde então, o élder Monson já se divertiu várias vezes com essa apresentação pessoal. Mais tarde, ele me enviou essa mesma carta de apresentação, acompanhada de um memorando dizendo: “Pensei que você iria gostar de receber minha cópia do resumo biográfico mais interessante que já li até agora de um membro do conselho consultivo geral da Escola Dominical.” (Talvez eu deva explicar que minha carreira como professor incluiu vários anos ensinando alunos com vários tipos de deficiências intelectuais.) Às vezes, saber quem você é na sede da Igreja também é um desafio. Cada um de nós parece ter seu próprio sósia. O élder Neal A. Maxwell havia proferido um de seus discursos mais brilhantes e estimulantes em uma sessão da conferência geral. Quando me aproximei para encontrar minha esposa após a sessão, uma mulher veio correndo até mim e me parabenizou pela excelente mensagem. Hesitei em responder, pois eu não havia discursado naquela sessão. Vendo meu constrangimento, ela disse: “Oh, desculpe, élder Rector, pensei que você fosse o élder Maxwell.” É preciso não perder de vista quem você realmente é. Não há nenhum grupo de pessoas que eu ame ou admire mais do que os jovens adultos da Igreja, talvez porque quatro dos meus filhos estão entre vocês. Vejo neles e em vocês grandes qualidades de caráter e propósito. Por causa de sua força, tenho confiança em nosso futuro. No meu chamado, tenho muitas oportunidades de interagir com os jovens maravilhosos da Igreja. Minhas experiências no Departamento Missionário e, agora, com os Rapazes da Igreja, me proporcionam exemplos diários de fé, coragem e força de caráter. Recentemente, tive algumas experiências com rapazes e moças que, acredito, exemplificam essa força dos jovens e jovens adultos da Igreja e que me levam aos pensamentos e à mensagem que gostaria de compartilhar com vocês hoje. Recentemente, enquanto eu estava no Canadá, fiquei feliz em conhecer um jovem que servia como missionário e que eu havia entrevistado alguns anos atrás. Ele queria tanto servir uma missão, mas seus pais eram contra isso. Ele se sentia em conflito, conhecendo o conselho do profeta de que todo jovem digno deveria servir uma missão, mas também conhecendo o mandamento do Senhor: “Honra teu pai e tua mãe”. Ele queria fazer o que era certo e queria que eu lhe dissesse o que fazer. Aconselhei-o a voltar para casa, levar uma vida digna de receber um chamado missionário e honrar seus pais, respeitando os desejos deles. E foi isso que ele fez. Eu não ouvi mais nada desse jovem até que o vi na minha visita ao Canadá. Agora, ele era um missionário, servindo com a aprovação e o apoio de seus pais. “Élder Pinegar é um profeta”, disse ele ao presidente da estaca. “Ele me prometeu que meus pais algum dia consentiriam que eu fizesse missão se eu os honrasse e obedecesse, e ele estava certo.” Gostaria de deixar claro, sem demora, que não pretendo sugerir que sou um profeta; mas posso prometer a vocês, assim como os profetas prometeram, que as palavras do Senhor são verdadeiras. Seus mandamentos são para nosso bem. Suas promessas são infalíveis para aqueles que O amam e guardam Seus mandamentos. É interessante para mim que o Senhor achou necessário nos ordenar a honrar nossos pais. Por que devemos ser ordenados a honrar aqueles a quem amamos? Por que é que, às vezes, nos tornamos indiferentes e ingratos para com nossos pais, que raramente, senão nunca, deixam de cuidar de nós, seus filhos? Certa manhã, há algum tempo, minha esposa recebeu uma chamada de uma amiga em um estado distante, uma pessoa que ela não via há dez ou onze anos. Depois de visitá-la e colocar a conversa em dia por alguns instantes, essa amiga disse que tinha ligado para pedir um favor especial. Ela relatou que havia passado a noite em oração, procurando ajuda para poder se reconectar com seu filho, que era um tanto rebelde. Quando a manhã se aproximava, o nome de minha esposa veio à sua mente, o que a levou a fazer a ligação. Ela pediu à minha esposa os nomes de pessoas que talvez poderiam entrar em contato com seu filho e influenciar sua vida de uma forma positiva. Ela expressou seu amor e confiança em seu filho e disse: “Eu sei que um dia ele vai abrir seu coração e não pretendo desistir disso. Se eu tiver que ficar de joelhos por toda a eternidade, o farei, e nunca vou desistir!” Bons pais se preocupam com seus filhos, independentemente da sua idade. Ser pai ou mãe significa assumir uma grande responsabilidade. Até que vocês tenham esse privilégio e responsabilidade, acredito que vocês não poderão compreender plenamente o amor e a preocupação que os pais sentem por seus filhos. Até que vocês tenham segurado seu filho recém-nascido nos braços e percebido que o espírito de vida que há nele acaba de vir da presença do próprio Deus; até que tenham observado o corpo dele como uma versão em miniatura de um adulto, em um estado de perfeição e pureza, e tenham prometido a si mesmos e ao Senhor que farão tudo ao seu alcance para devolver esse ser abençoado ao seu Criador tão puro e forte quanto era quando Deus o colocou aos seus cuidados; até que vocês, como pais, tenham vivenciado essa ocasião maravilhosa, impressionante, humilde e alegre, não poderão compreender a extensão do amor de seus pais por vocês nem a determinação de um pai ou de uma mãe de “nunca desistir”. O amor de um pai ou de uma mãe nunca acaba. Vocês se lembram de Alma? Como ele orou e implorou pelo retorno de seu filho de uma vida de pecado para uma de justiça! Há algum tempo, eu fui designado para participar de uma conferência de estaca em uma determinada cidade onde um novo presidente de estaca foi chamado. Na manhã de domingo, esse excelente homem, vice-presidente de uma importante empresa nacional, aproximou-se do púlpito com um espírito de profunda humildade. Ele começou suas observações falando sobre seu pai. Ele ligou para seu pai, que morava em uma cidade distante, e pediu que este orasse por ele em sua nova designação e chamado. A resposta de seu pai foi: “Filho, tenho orado por você desde que você nasceu”. Se quisermos ser capazes de viver o mandamento: “Honra teu pai e tua mãe”, devemos reconhecer o amor que nossos pais têm por nós. Devemos ter fé em nossos pais. Devemos compreender que o amor e a preocupação que eles têm por nós são, geralmente, a base das esperanças e dos desejos que tanto eles quanto nós temos. Eles geralmente sabem o que é melhor. Eles já percorreram o caminho da vida. Eles não são perfeitos. Pode ser que eles cometam erros de julgamento ou careçam de sabedoria; no entanto, não estaremos errando ao respeitá-los e dar ouvidos aos seus conselhos retos. Em uma conferência de estaca em Idaho, estávamos falando sobre a importância de escrever em diários. Um certo homem falou sobre a importância de seu diário e a bênção que o mesmo havia sido para ele. Em seguida, seu filho de quatorze anos falou sobre o que o diário do pai significava para ele. Ele disse: “Ao ler o diário de meu pai, descobri que ele teve muitos dos mesmos problemas que eu tenho e que, apesar deles, tudo acabou dando certo para ele. É minha oração que todos nós escrevamos em nossos diários para que possamos nos tornar tão bons quanto o meu pai.” Que belo tributo a esse homem que serviu de exemplo para seu filho. Com essa experiência, o menino passou a sentir um novo amor e respeito por seu pai. Às vezes, a verdadeira prova do amor de um pai ou de uma mãe consiste em nos privar de um prazer momentâneo para que possamos, em troca, alcançar a felicidade eterna. Ou, talvez, um pai ou uma mãe pode ter que ficar à margem e nos deixar enfrentar as dificuldades da vida para que possamos crescer em força e sabedoria. Uma das histórias favoritas de nossa família vem de um incidente real na vida de uma mulher que sofria de paralisia cerebral. A mulher conta que, quando ela era criança, esperava ansiosamente para encontrar o pai no portão do curral da fazenda todas as noites, quando ele voltava depois de reunir o gado. Ele conduzia o rebanho para dentro do curral, fechava o grande portão e, em seguida, levantava ela nos braços e segurava sua mão enquanto ela praticava passar a corda por cima do poste para prender o portão. Uma noite, ela esperou em seu lugar habitual perto do portão. Ela observava enquanto o gado corria para o curral. Então, ela procurou por seu pai, mas ele não veio. O pânico tomou conta dela ao perceber que o portão precisaria ser fechado e trancado sem a mão firme dele para guiá-la. Foi com grande esforço e dificuldade que ela tentou, repetidas vezes, passar a corda por cima do poste do portão. Com grande concentração e com suas forças praticamente esgotadas, ela finalmente conseguiu. Ao completar o que era, para ela, uma tarefa muito difícil, ela olhou para cima e viu seu pai por perto. Ele havia estado lá há algum tempo observando sua luta determinada, querendo estender a mão, ajudá-la, estabilizar e guiar suas mãos como costumava fazer, mas ele sabia que sua filha precisava dessa experiência. Ela precisava saber que poderia fazer a tarefa e, assim, ganhar a confiança para tentar outras tarefas difíceis por conta própria. Por mais que ele a amasse e quisesse tornar sua provação mais fácil, ele tinha que permitir que ela lutasse e sentisse a satisfação que advém do sacrifício pessoal e da conquista. Ao enfrentarem suas próprias lutas e desafios, vocês descobrirão que, na maioria das vezes, seu maior apoio e compreensão virão de seus pais. Quando eu era um jovem estudante do ensino médio, eu estava competindo em um torneio estadual de luta livre e estava na minha posição habitual: por baixo. Quando levantei os olhos do tapete, avistei um rosto familiar entre a torcida nas arquibancadas. Não era um rosto agradável. Na verdade, estava cheio de dor. Era de um pai que estava vendo seu filho por baixo e que se esforçava com toda a sua energia (àquela distância) para fazer seu filho ficar por cima. Tendo visto aquele olhar em seu rosto, eu sabia que só havia uma coisa que eu poderia fazer: mudar minha posição. De algum lugar veio a força que eu precisava. Tenho certeza de que o jovem com quem eu estava lutando ficou tão surpreso quanto eu quando percebeu que eu estava por cima e que ele havia perdido a luta de repente. O olhar no rosto de meu pai mudou imediatamente, dando lugar a um sorriso e a uma sensação de conquista e satisfação. O encorajamento daquele pai, e o desejo do filho de agradá-lo, tinham alcançado o filho e lhe dado forças para mudar sua situação para melhor. Vamos considerar a força que vem do apoio de pais e mães ao analisarmos a vida do jovem Joseph Smith. Pensem na experiência dele com o Senhor, a experiência milagrosa de ter visto o Pai e o Filho. Após essa experiência, houve a visita do Anjo Morôni. Quem foi a primeira pessoa que Joseph foi instruído a contar sobre sua experiência? Não foi ao seu melhor amigo, nem mesmo à sua namorada, nem ao seu professor, nem ao seu pastor. Foi dito a ele que contasse a experiência ao seu pai (ver Joseph Smith-História 1:49). As palavras de seu pai foram: “Isso é do Senhor. Faça o que Ele te disse para fazer.” O Senhor ensinou Joseph a voltar-se primeiro para seus pais e, tendo feito isso, Joseph recebeu o apoio de sua família. Nós também devemos nos voltar a nossos pais, aconselhar-nos com eles e compartilhar com eles nossas ideias, objetivos, planos e até mesmo nossos problemas. Devemos obedecê-los. A obediência é a maior medida de nossa fé em nossos pais e do nosso desejo de guardar o mandamento de honrá-los. Enquanto eu servia como presidente de missão na Virgínia, dois de nossos missionários conheceram e ensinaram um jovem no Instituto Politécnico da Virgínia, em Blacksburg. À medida que avançavam nas lições, o jovem foi compreendendo a verdade. Ele recebeu um testemunho. Ele desejava ser batizado, mas seus pais não permitiam. Ele ficou muito desencorajado e então veio me pedir conselho. Eu disse a ele que desse ouvidos aos sentimentos de seus pais e que os honrasse, e o momento chegaria em que eles permitiriam que ele se filiasse à Igreja. Vários meses depois, eu estava sentado atrás do púlpito na conferência de estaca, antes do início da sessão da noite de sábado. Pelo corredor, veio um jovem — radiante, com o rosto simplesmente brilhando. Ao se aproximar de mim, ele falou: “Presidente, você não tem ideia do que aconteceu.” Eu já sabia, em meu coração, o que havia acontecido, mas disse: “Mike, me diga.” Sua resposta foi: “Você não vai acreditar nisso. Meus pais não apenas me disseram esta noite que eu posso ser batizado, mas eles estão recebendo as lições missionárias! Eles são gratos por uma Igreja que ensina seus jovens a honrar seus pais. Muito obrigado por me encorajar a honrá-los.” Esse tipo de experiência já se repetiu muitas vezes para mim ao encontrar-me com os jovens da Igreja. Havia uma menina de Charlottesville, na Virgínia; uma moça da Inglaterra; e um rapaz de Toronto, no Canadá. Tenho muitas cartas de jovens que guardaram o mandamento de honrar seus pais e, dessa forma, receberam as bênçãos do apoio e da força de suas famílias ao se filiarem à Igreja. Eu conheço uma jovem que estava planejando se casar. Parece familiar? Seus pais estavam muito alegres. “Finalmente!”, disseram eles. Ela tinha 26 anos. Ela havia sido muito seletiva. Toda a família se alegrou quando ela encontrou alguém com quem poderia concordar em se casar. A data foi marcada, os convites foram impressos, o vestido de noiva foi selecionado e o enxoval estava pronto. Então, certa noite, essa jovem procurou seus pais. Ela lamentou muito desapontá-los, mas simplesmente não conseguiu prosseguir. Ela não poderia se casar com esse homem. Seus pais ficaram chocados. “Por quê?” perguntaram eles. “Vocês têm tanto em comum. Vocês gostam de estar juntos. Vocês dois são perfeitos um para o outro. Você está apaixonada. E você tem 26 anos!” Então, ela explicou a seus pais o que estava sentindo. Esse homem não honrava sua mãe. A jovem estava incomodada há muito tempo pela maneira como ele falava com sua mãe, pela falta de respeito que demonstrava por ela e pela sua grosseria. Ela não poderia se casar com esse homem porque algum dia ele poderia tratá-la da mesma maneira. Comparem isso com uma família na qual uma avó, com pouco menos de sessenta anos, é subitamente acometida por câncer — sua vida se esvaindo, uma situação extremamente difícil — e, ainda assim, a família decide sacrificar suas vidas para cuidar dela, atender a cada uma de suas necessidades e zelar por tudo o que a deixaria confortável durante seus últimos dias. Ou, considerem a jovem viúva que planejava ir à Europa para buscar seu filho que havia acabado de completar sua missão. Todos os seus filhos estavam na Europa, e essa seria uma grande ocasião. Ela poderia ter visitado todos eles, mas decidiu seguir o conselho de seu sogro, que disse: “Não me sinto bem com a ideia de você ir.” Ela permaneceu em casa. A melhor forma de honrar nossos pais é levando uma vida pessoalmente reta. Sei que alguns de vocês talvez não tenham mais seus pais. A maioria de vocês está longe de seus próprios pais agora. Mas alguém disse que o sucesso das crianças é o sucesso de seus pais. Como pai, posso dizer que não há maior honra para mim, ou para qualquer pai, do que ver meus filhos vivendo com sucesso os ensinamentos do evangelho. Sucesso financeiro, conquistas acadêmicas, reconhecimentos da sociedade — esses sinais de sucesso na vida são motivo de orgulho para qualquer pai ou mãe. Mas a verdadeira alegria e honra vêm a eles por meio da fidelidade de vocês aos mandamentos do Senhor. Desta forma, honramos não apenas nossos pais, mas também nosso Pai Celestial. Um jovem compartilhou comigo uma experiência que teve no primeiro dia em que chegou a este campus, uma experiência que lhe ensinou uma lição valiosa. Ele havia deixado sua casa e seus pais e atravessado os Estados Unidos para estudar na Universidade Brigham Young quando tinha apenas dezessete anos. Ele partiu de casa com uma sensação de entusiasmo pela oportunidade de estar sozinho. Ele ansiava por essa nova independência e “liberdade”. Ele estava bastante feliz por estar longe da supervisão rigorosa de seus pais. Essa ideia o atraía, pois agora ele podia fazer — ou deixar de fazer — tudo o que quisesse. Mas, quando ele entrou no prédio da administração para pegar seu cartão de identificação, uma das primeiras pessoas que encontrou disse a ele: “Você não é o filho de…?” e ela então mencionou o nome da mãe dele. “Conheço sua mãe há muitos anos.” Ao ouvir aquela mulher expressar respeito e um carinho especial por sua mãe, esse jovem exemplar decidiu que nunca faria nada que pudesse decepcionar ou manchar a reputação de sua mãe — nem a de seu pai. Estar longe de seus pais tornou-se mais uma razão para ele viver como eles o haviam ensinado e honrá-los, levando ele próprio uma vida honrada e virtuosa. Paulo disse: “Honra teu pai e tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa, [e prestem atenção à promessa]; para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra” (Efésios 6:2-3). Enquanto trazemos honra e felicidade a nossos pais por guardarmos este grande mandamento, nós, os filhos, recebemos as maiores bênçãos. Tudo o que temos e desfrutamos é o resultado e a evidência de pais amorosos. Nossos antepassados sacrificaram tudo para nos deixar um legado de liberdade e paz. Nossos antepassados que abraçaram o evangelho passaram por dificuldades e provações para nos mostrar o verdadeiro caminho da vida. Devemos nossa própria vida a nossos pais. Que cada um de nós viva em retidão para que possamos nos qualificar para as bênçãos que fluem àqueles que honram seus pais. Que todos nós honremos nossos pais, tendo fé neles, sendo obedientes a seus conselhos justos e levando uma vida reta por meio da obediência aos mandamentos de Deus. Testifico a vocês, com base na minha experiência pessoal com este mandamento, que ele verdadeiramente vem de Deus. A obediência a ele trará bênçãos tanto para os outros quanto para nós mesmos. Em nome de Jesus Cristo, amém. © 2017 Intellectual Reserve, Inc. Todos os direitos reservados.