{"id":1267,"date":"2025-07-04T06:00:00","date_gmt":"2025-07-04T06:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/speeches.byu.edu\/por\/?post_type=speech&#038;p=1267"},"modified":"2026-01-10T01:28:22","modified_gmt":"2026-01-10T01:28:22","slug":"aonde-isso-vai-levar","status":"publish","type":"speech","link":"https:\/\/speeches.byu.edu\/por\/talks\/dallin-h-oaks\/aonde-isso-vai-levar\/","title":{"rendered":"Aonde isso vai levar?"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center has-small-font-size\"><strong><em>Pretendemos modificar a tradu\u00e7\u00e3o se for necess\u00e1rio. Para dar sugest\u00f5es, envie um e-mail para: speeches.por@byu.edu<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Meus queridos irm\u00e3os e irm\u00e3s &#8211; alunos, professores e amigos &#8211; estou feliz por estar aqui hoje. Tenho um profundo amor pela BYU e por seu povo. Provo \u00e9 a cidade em que nasci. Passei 15 dos melhores anos da minha vida neste campus, incluindo dois anos na antiga Escola de Ensino M\u00e9dio Brigham Young. Em junho passado, completaram-se 50 anos desde que me formei na BYU. \u00c9 \u00f3bvio por que sempre me emociono ao voltar a este campus.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje falarei sobre algumas li\u00e7\u00f5es de vida, na esperan\u00e7a de ajudar cada um de n\u00f3s &#8211; especialmente os jovens &#8211; com algumas escolhas que todos fazemos ao longo da estrada da vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Gostaria de come\u00e7ar com uma hist\u00f3ria que fala sobre boas e m\u00e1s not\u00edcias. Um piloto, pelo interfone, deu a seus passageiros a seguinte mensagem durante o voo: \u201cTenho uma boa e uma m\u00e1 not\u00edcia. A boa not\u00edcia \u00e9 que nosso tempo de voo est\u00e1 adiantado. A m\u00e1 not\u00edcia \u00e9 que tivemos uma falha no equipamento e n\u00e3o temos certeza se estamos indo na dire\u00e7\u00e3o certa.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A dire\u00e7\u00e3o na qual estamos indo \u00e9 extremamente importante, especialmente no in\u00edcio de nossa jornada. Tenho um amigo que encerrou sua carreira como piloto de longas rotas pelo Pac\u00edfico para uma grande companhia a\u00e9rea. Ele me disse que um erro de apenas dois graus no curso estabelecido de um voo de linha direta de 7.242 quil\u00f4metros de Chicago a Hilo, no Hava\u00ed, faria com que o avi\u00e3o se desviasse da ilha por mais de 233 quil\u00f4metros ao sul. Se o dia n\u00e3o estivesse claro, o piloto nem conseguiria ver a ilha, e n\u00e3o haveria nada a n\u00e3o ser o oceano at\u00e9 chegar \u00e0 Austr\u00e1lia. Mas \u00e9 claro que o voo n\u00e3o chegaria \u00e0 Austr\u00e1lia, pois n\u00e3o teria combust\u00edvel suficiente. Pequenos erros de dire\u00e7\u00e3o podem causar grandes trag\u00e9dias no destino final.<\/p>\n\n\n\n<p>Todos n\u00f3s &#8211; e especialmente os jovens &#8211; precisamos ter muito cuidado com os caminhos que escolhemos e as dire\u00e7\u00f5es que damos \u00e0 nossa vida. O que parecem ser apenas pequenas mudan\u00e7as de dire\u00e7\u00e3o ou pequenos desvios do caminho estreito e apertado podem resultar em enormes diferen\u00e7as de posi\u00e7\u00e3o ao longo da estrada da vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Na reuni\u00e3o geral do sacerd\u00f3cio do m\u00eas passado, falei sobre uma amiga de muitos anos que me contou que seu marido, que sempre foi um \u201cbom menino\u201d no ensino m\u00e9dio, resolveu beber um pouco para tentar esquecer de seus problemas. Antes mesmo que pudesse se dar conta do que estava acontecendo, ele ficou viciado. Agora, ele n\u00e3o consegue sustentar sua fam\u00edlia e fracassa em quase tudo o que tenta fazer. O \u00e1lcool governa sua vida, e ele n\u00e3o consegue se libertar de suas garras. A melhor forma de evitar a depend\u00eancia \u00e9 evitar at\u00e9 mesmo o primeiro passo &#8211; abster-se totalmente de todas as subst\u00e2ncias e pr\u00e1ticas que causam depend\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Os desvios potencialmente destrutivos muitas vezes parecem t\u00e3o pequenos que alguns acham f\u00e1cil justificar \u201cs\u00f3 dessa vez\u201d. Quando a tenta\u00e7\u00e3o surgir &#8211; e ela certamente surgir\u00e1 &#8211; pe\u00e7o que perguntem a si mesmos:&nbsp; \u201cAonde isso vai levar?\u201d Escolhi essa pergunta como t\u00edtulo de minha mensagem hoje. Darei alguns exemplos que ensinam o valor de se fazer essa pergunta. Tamb\u00e9m compartilharei algumas experi\u00eancias pessoais que ilustram a import\u00e2ncia a longo prazo de algumas diferen\u00e7as aparentemente pequenas nas escolhas atuais.<\/p>\n\n\n\n<p>Eis um exemplo hipot\u00e9tico. Voc\u00eas est\u00e3o em casa com seus filhos. Uma pessoa com quem voc\u00eas n\u00e3o querem falar est\u00e1 ligando para voc\u00eas ou batendo na porta. Voc\u00eas se sentem tentados a pedir \u00e0s crian\u00e7as que digam que voc\u00eas n\u00e3o est\u00e3o em casa. \u201cAonde isso vai levar?\u201d Se fizerem isso, estar\u00e3o mostrando a seus filhos que voc\u00eas ir\u00e3o mentir para obter vantagem, e estar\u00e3o ensinando-os a fazer o mesmo. Voc\u00eas estar\u00e3o enfraquecendo a f\u00e9 deles de que podem confiar que voc\u00eas dir\u00e3o a verdade. Voc\u00eas tamb\u00e9m estar\u00e3o lan\u00e7ando d\u00favidas sobre a validade do mandamento de n\u00e3o mentir e sobre os profetas que ensinaram esse mandamento. Voc\u00eas estar\u00e3o at\u00e9 mesmo diminuindo a f\u00e9 na exist\u00eancia do Deus que deu tal mandamento. Aonde isso vai levar? Isso colocar\u00e1 em movimento uma s\u00e9rie de consequ\u00eancias que podem ser severamente destrutivas para os esfor\u00e7os de se alcan\u00e7ar b\u00ean\u00e7\u00e3os eternas.<\/p>\n\n\n\n<p>Em nossa \u00faltima confer\u00eancia geral, o bispo H. David Burton nos lembrou de que, ao criar filhos e atender \u00e0s suas necessidades e desejos, <em>mais<\/em> nem sempre \u00e9 melhor. Pais que exageram em mimar seus filhos com bens materiais e privil\u00e9gios correm o risco de n\u00e3o lhes ensinar \u201cvalores importantes como o trabalho \u00e1rduo, saber esperar pelo que se quer, a honestidade e a compaix\u00e3o\u201d. Aonde isso vai levar? Isso privar\u00e1 as crian\u00e7as de oportunidades importantes de aprendizado e crescimento. O bispo Burton disse que \u201cfilhos que n\u00e3o t\u00eam responsabilidades correm o risco de nunca aprender que&#8230; o significado da vida vai al\u00e9m de sua pr\u00f3pria felicidade\u201d. Ele ent\u00e3o concluiu que os pais precisam ajudar os filhos a desenvolver \u201cas qualidades que formam o car\u00e1ter e que v\u00eam de esperar, dividir, poupar, trabalhar arduamente e fazer o melhor com o que se tem.\u201d (\u201c<a href=\"https:\/\/www.churchofjesuschrist.org\/study\/general-conference\/2004\/10\/more-holiness-give-me?lang=por\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Mais Vontade D\u00e1-Me<\/a>\u201d, <em>A Liahona<\/em>, novembro de 2004).<\/p>\n\n\n\n<p>O caminho errado tamb\u00e9m pode ser tra\u00e7ado por outro tipo de indulg\u00eancia paterna. Alguns pais parecem acreditar que seus filhos n\u00e3o s\u00e3o capazes de cometer erros. Eles os defendem contra quaisquer cr\u00edticas, corre\u00e7\u00f5es ou experi\u00eancias dolorosas de qualquer pessoa fora do c\u00edrculo familiar. Uma nota baixa na escola ou uma corre\u00e7\u00e3o de um l\u00edder provoca uma tempestade de cr\u00edticas p\u00fablicas ou privadas de um pai que defender\u00e1 o filho a todo custo. Aonde isso vai levar? Isso enfraquecer\u00e1 o respeito da crian\u00e7a pela autoridade &#8211; qualquer tipo de autoridade &#8211; e diminuir\u00e1 o respeito necess\u00e1rio para que o aluno aprenda com o professor. Pais que consideram aonde tais atitudes podem levar, apoiar\u00e3o a autoridade e dar\u00e3o suporte aos professores de seus filhos em todas as circunst\u00e2ncias, salvo raras exce\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 exemplos positivos do mesmo princ\u00edpio. Lembro-me de uma hist\u00f3ria contada pelo \u00c9lder Harold B. Lee em um devocional aqui na BYU, h\u00e1 52 anos (a prop\u00f3sito, eu era aluno da BYU naquele ano &#8211; 1952). Sua hist\u00f3ria teve um impacto significativo em minha vida por v\u00e1rios motivos. Cito o \u00c9lder Lee:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Eu tinha cerca de dez ou onze anos de idade. Eu estava com meu pai em uma fazenda longe de nossa casa, tentando passar o dia ocupado at\u00e9 que meu pai estivesse pronto para voltar para casa. Do outro lado de uma cerca perto de onde est\u00e1vamos, havia alguns galp\u00f5es caindo aos peda\u00e7os que atrairiam um garoto curioso e aventureiro como eu. Comecei a pular a cerca e ouvi uma voz t\u00e3o claramente quanto voc\u00eas est\u00e3o ouvindo a minha agora, chamando-me pelo nome e dizendo: \u201cN\u00e3o v\u00e1 at\u00e9 l\u00e1!\u201d Virei-me para ver se meu pai estava falando comigo, mas ele estava l\u00e1 do outro lado do campo. N\u00e3o tinha ningu\u00e9m \u00e0 vista. Percebi ent\u00e3o, ainda crian\u00e7a, que havia pessoas al\u00e9m da minha vis\u00e3o, pois eu tinha definitivamente ouvido uma voz. Desde ent\u00e3o, quando ou\u00e7o ou leio hist\u00f3rias do Profeta Joseph Smith, tamb\u00e9m sei o que significa ouvir uma voz, porque tive essa experi\u00eancia.<\/em> (Ver Harold B. Lee, <em>Stand Ye in Holy Places<\/em> [Permanecei em Lugares Santos], Salt Lake City: Deseret Book, 1975, p. 139).<\/p>\n\n\n\n<p>Considerem alguns dos efeitos daquela experi\u00eancia. Primeiro, ela ensinou a um menino \u2014 que viria a se tornar um profeta \u2014 a realidade da revela\u00e7\u00e3o. Segundo, pode t\u00ea-lo protegido de algum perigo oculto naqueles velhos galp\u00f5es. Essa foi a maneira como interpretei a hist\u00f3ria por muitos anos, e talvez seja verdade. Nunca saberemos. Mas talvez o aviso que ele ouviu n\u00e3o tenha sido para proteg\u00ea-lo do perigo. Talvez fosse para testar sua disposi\u00e7\u00e3o de ser obediente \u00e0 orienta\u00e7\u00e3o celestial. Certamente ele passou no teste, e aonde isso o levou? Tal escolha manteve o canal de revela\u00e7\u00e3o aberto para se receber mais orienta\u00e7\u00f5es e foi uma experi\u00eancia formadora na vida de um de nossos maiores professores. Seguir uma impress\u00e3o pode parecer algo insignificante agora, mas aonde ela nos leva pode ser imensamente importante.<\/p>\n\n\n\n<p>Seguir uma impress\u00e3o salvou minha vida nas montanhas a cerca de 16 quil\u00f4metros daqui. Eu estava ca\u00e7ando veados, nessa mesma \u00e9poca do ano, uns 25 anos atr\u00e1s. No final da tarde, atirei em um grande cervo. Limpei o animal e coloquei seu corpo num lugar onde ele ficaria seguro at\u00e9 que eu voltasse com ajuda no dia seguinte para recolh\u00ea-lo. A essa altura, j\u00e1 estava escuro, eu estava sozinho e ainda estava no alto das montanhas, a v\u00e1rios quil\u00f4metros da estrada mais pr\u00f3xima.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora eu nunca tivesse estado na encosta dessa montanha em particular, n\u00e3o estava perdido. Eu conhecia a localiza\u00e7\u00e3o geral e sabia que tudo o que tinha a fazer era continuar descendo e que, por fim, isso me levaria a uma estrada conhecida. O problema era a escurid\u00e3o total da noite sem luar.<\/p>\n\n\n\n<p>Escolhi um barranco e comecei a tatear o caminho para baixo, entre a vegeta\u00e7\u00e3o e os galhos ca\u00eddos. O progresso era lento, ent\u00e3o fiquei aliviado quando o terreno nivelou e senti sob meus p\u00e9s um fundo arenoso. Acelerei meu ritmo por cerca de 10 passos e, de repente, tive uma forte impress\u00e3o de que deveria parar. E parei. Abaixei-me, peguei uma pedra e a lancei na escurid\u00e3o \u00e0 minha frente. N\u00e3o ouvi nenhum som por alguns segundos e, ent\u00e3o, veio o ru\u00eddo de pedras se chocando, bem longe. Percebi imediatamente que estava na beira de um precip\u00edcio.<\/p>\n\n\n\n<p>Voltei pelo caminho por onde vim e acabei descendo a montanha por outro barranco. Liguei para minha fam\u00edlia, que a esta altura estava preocupada, perto da meia-noite, pouco antes de chamarem uma equipe de busca. No dia seguinte, voltei ao local \u00e0 luz do dia e vi meus rastros, que pararam a menos de um metro de uma queda de pelo menos 15 metros. Fiquei feliz por ter ouvido e obedecido \u00e0quele aviso. Aonde isso levou? Salvou minha vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Agora, eu os convido a pensar em algumas decis\u00f5es aparentemente pequenas que voc\u00eas est\u00e3o tomando em sua vida e que se beneficiariam com a pergunta \u201cAonde isso vai levar?\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Como exemplo de coisas a serem evitadas, considerem as terr\u00edveis consequ\u00eancias de consumir qualquer coisa que possa causar depend\u00eancia. Isso inclui n\u00e3o apenas o tabaco e o \u00e1lcool que escravizaram o marido da minha amiga, mas tamb\u00e9m a avalanche de material pornogr\u00e1fico que agride nossos sentidos na Internet e no entretenimento popular, incluindo filmes e v\u00eddeos. Aonde levar\u00e1 experimentar esse lixo? Tanto os l\u00edderes da Igreja quanto os profissionais afirmam que isso leva \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o de relacionamentos familiares terrenos e eternos &#8211; e, \u00e0s vezes, at\u00e9 mesmo a senten\u00e7as de pris\u00e3o por comportamento abusivo. Se voc\u00eas se envolverem com esse lixo, ele os levar\u00e1 ao dep\u00f3sito de lixo &#8211; o destino final dos sonhos temporais e das eternas possibilidades desperdi\u00e7adas.<\/p>\n\n\n\n<p>Eis outra coisa a ser evitada, uma sugest\u00e3o dirigida especialmente \u00e0queles que s\u00e3o casados. Quando ocorrerem desentendimentos &#8211; como de fato ocorrer\u00e3o &#8211; e voc\u00eas se sentirem tentados a se afastar por um tempo, curto ou longo, perguntem-se: \u201cAonde isso vai levar?\u201d Afastar-se com raiva \u00e9 o primeiro passo para algo que voc\u00eas n\u00e3o querem fazer. Portanto, voltem para tr\u00e1s e curem as feridas antes que elas infeccionem e levem \u00e0 les\u00f5es s\u00e9rias ou algo ainda pior.<\/p>\n\n\n\n<p>Como exemplo de coisas que incentivamos e aonde elas levar\u00e3o, consideremos o estudo di\u00e1rio das escrituras que fomos ensinados a incorporar em nossa vida. Aonde isso vai levar? Que tal ora\u00e7\u00f5es pessoais duas vezes ao dia e uma ora\u00e7\u00e3o familiar de joelhos? H\u00e1 uma enorme prote\u00e7\u00e3o espiritual e temporal em cada uma dessas pr\u00e1ticas porque elas s\u00e3o essenciais para a companhia do Esp\u00edrito Santo, que nos guia e nos fortalece espiritualmente. Posso assegurar-lhes que a fiel observ\u00e2ncia dessas diretrizes nos aproximar\u00e1 do Senhor, enquanto a omiss\u00e3o delas nos afastar\u00e1 Dele.<\/p>\n\n\n\n<p>O mesmo se aplica \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o de noites familiares semanais. Elas s\u00e3o vitais para os filhos que alguns de voc\u00eas j\u00e1 t\u00eam agora, e que a maioria de voc\u00eas um dia ter\u00e1. Essas iniciativas b\u00e1sicas podem parecer pequenas agora, mas elas plantam as sementes que trar\u00e3o uma boa colheita no futuro.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso me faz lembrar de um verso composto por Douglas MacArthur quando ele era superintendente da Academia Militar dos Estados Unidos em West Point, Nova York, h\u00e1 quase um s\u00e9culo. MacArthur, que acreditava plenamente na import\u00e2ncia de competi\u00e7\u00f5es esportivas na prepara\u00e7\u00e3o de futuros oficiais militares para seus deveres profissionais, escreveu estas palavras e mandou grav\u00e1-las nos portais de pedra das instala\u00e7\u00f5es esportivas da Academia Militar:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Nos campos da disputa amistosa<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>S\u00e3o plantadas as sementes<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Que, em outros campos, em outros dias<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Produzir\u00e3o os frutos da vit\u00f3ria.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>(Citado em William Manchester, <em>American Caesar<\/em> [Boston: Little, Brown, 1978], 123).<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s ouvir esse verso, alguns de voc\u00eas provavelmente est\u00e3o pensando que MacArthur era melhor como general do que como poeta. Sim, mas seu argumento \u00e9 v\u00e1lido. As mesmas qualidades de integridade, treinamento, prepara\u00e7\u00e3o, obedi\u00eancia e confiabilidade que produzem a vit\u00f3ria em uma competi\u00e7\u00e3o atl\u00e9tica amistosa nos levar\u00e3o \u00e0 vit\u00f3ria e ao sucesso quando os riscos forem maiores.<\/p>\n\n\n\n<p>Para citar outro exemplo, o que dizer dos efeitos de n\u00e3o se cumprir o C\u00f3digo de Honra e os Padr\u00f5es de Vestimenta e Apar\u00eancia da BYU depois de prometer cumpri-los? N\u00e3o \u00e9 pouca coisa quebrar uma promessa, deliberadamente ou por descuido. E aonde isso vai levar? Isso prejudicar\u00e1 a apar\u00eancia, os padr\u00f5es e a reputa\u00e7\u00e3o da universidade da Igreja; incentivar\u00e1 outros a fazerem o mesmo; e enfraquecer\u00e1 a pr\u00f3pria fibra moral do infrator, necess\u00e1ria para os desafios maiores que ele ou ela enfrentar\u00e1 no futuro.<\/p>\n\n\n\n<p>Ouvimos com frequ\u00eancia sobre a escolha entre o bem e o mal. Por exemplo, a maioria dos alunos ter\u00e1 de escolher, em algum momento, entre plagiar ou trapacear para obter uma nota mais alta ou confiar em esfor\u00e7os pessoais honestos para obter o que merecemos com nossa pr\u00f3pria prepara\u00e7\u00e3o e qualifica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Outras escolhas n\u00e3o s\u00e3o entre o bem e o mal. As escolhas mais comuns que enfrentamos s\u00e3o entre duas coisas boas e, tamb\u00e9m nesse caso, \u00e9 desej\u00e1vel perguntar aonde isso vai levar. Fazemos muitas dessas escolhas quando decidimos o que faremos no Dia do Senhor, a que programas de televis\u00e3o assistiremos, que oferta de emprego aceitaremos, o que leremos e &#8211; em uma perspectiva bem ampla &#8211; como passaremos nosso tempo. Todas essas escolhas se beneficiar\u00e3o de uma an\u00e1lise cuidadosa e constante com base na pergunta: \u201cAonde isso vai levar?\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0s vezes, a escolha n\u00e3o \u00e9 entre duas a\u00e7\u00f5es diferentes, mas entre a\u00e7\u00e3o e in\u00e9rcia. Devo me manifestar ou permanecer em sil\u00eancio? Devo permitir que meu ente querido siga um caminho que sei ser prejudicial e deix\u00e1-lo aprender com a experi\u00eancia ou devo intervir para salv\u00e1-lo dessa experi\u00eancia? Novamente, \u00e9 \u00fatil nos perguntarmos: \u201cAonde isso vai levar?\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Lembro-me de um epis\u00f3dio descrito por um homem que conheci em uma confer\u00eancia de estaca nos Estados Unidos h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada. O cen\u00e1rio era um belo campus universit\u00e1rio na regi\u00e3o central de Illinois. Minha fonte, que participava de um workshop de ver\u00e3o, viu uma multid\u00e3o de jovens estudantes sentados na grama em um grande semic\u00edrculo a cerca de seis metros de uma das grandes \u00e1rvores de madeira nobre que s\u00e3o t\u00e3o belas e t\u00e3o comuns naquela regi\u00e3o. Os estudantes estavam observando algo na base da \u00e1rvore. Ele ent\u00e3o interrompeu sua caminhada para ver o que era.<\/p>\n\n\n\n<p>Um lindo esquilo com uma cauda longa e espessa estava brincando debaixo daquela bela \u00e1rvore. \u00c0s vezes ele estava no ch\u00e3o, depois subia e descia pelo tronco. Mas por que aquela cena comum atra\u00eda tanto a aten\u00e7\u00e3o daqueles alunos?<\/p>\n\n\n\n<p>Ali perto, deitado na grama, havia um c\u00e3o setter irland\u00eas. Ele era o objeto de interesse dos alunos, e, embora ele fingisse o contr\u00e1rio, o esquilo era o objeto de interesse dele. Cada vez que o esquilo ficava momentaneamente fora do \u00e2ngulo de vis\u00e3o enquanto dava a volta na \u00e1rvore, o c\u00e3o se arrastava alguns cent\u00edmetros \u00e0 frente e voltava \u00e0 sua aparente postura de indiferen\u00e7a. A cada minuto ou dois, ele se aproximava mais do esquilo, e este aparentemente n\u00e3o percebia. Essa foi a cena que prendeu a aten\u00e7\u00e3o dos alunos. Em sil\u00eancio e im\u00f3veis, ficaram observando atentamente o evento cujo resultado era cada vez mais \u00f3bvio.<\/p>\n\n\n\n<p>Finalmente, o c\u00e3o se aproximou o suficiente para pular sobre o esquilo e abocanh\u00e1-lo. Houve um suspiro de horror, e os alunos se aproximaram e tomaram o pequeno animal do cachorro, mas j\u00e1 era tarde demais. O esquilo estava morto.<\/p>\n\n\n\n<p>Qualquer pessoa naquele grupo poderia ter chamado a aten\u00e7\u00e3o do esquilo a qualquer momento, agitando os bra\u00e7os ou gritando, mas nenhuma delas o fez. Apenas ficaram observando enquanto o inevit\u00e1vel fim se aproximava. Ningu\u00e9m se perguntou: \u201cAonde isso vai levar?\u201d E ningu\u00e9m quis interferir. Quando o que era previs\u00edvel aconteceu, todos correram para evitar aquele desfecho, mas era tarde demais. S\u00f3 o que puderam fazer foi lamentar, arrependidos.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa hist\u00f3ria ver\u00eddica \u00e9 uma esp\u00e9cie de par\u00e1bola. Ela se aplica \u00e0s coisas que vemos em nossa pr\u00f3pria vida, na vida das pessoas ao nosso redor e nos eventos que ocorrem em nossas cidades, estados e na\u00e7\u00f5es. Em todas essas \u00e1reas, podemos ver amea\u00e7as se aproximando das coisas que amamos, e n\u00e3o podemos nos dar ao luxo de ficar indiferentes ou calados. Devemos estar sempre atentos para perguntar \u201cAonde isso vai levar?\u201d e emitir os avisos ou unir esfor\u00e7os preventivos apropriados enquanto ainda h\u00e1 tempo. Muitas vezes n\u00e3o podemos evitar o resultado, mas podemos nos retirar da multid\u00e3o que, por n\u00e3o tentar intervir, \u00e9 c\u00famplice do resultado.<\/p>\n\n\n\n<p>Quatro outros aspectos me ocorreram ao ponderar sobre a aplica\u00e7\u00e3o da pergunta \u201cAonde isso vai levar?\u201d Todos eles dizem respeito a pol\u00edticas p\u00fablicas e n\u00e3o \u00e0 moralidade privada. Entretanto, cada um deles \u00e9 um assunto em que nossa influ\u00eancia e escolhas particulares podem contribuir para o bem p\u00fablico. Cada um deles \u00e9 importante para o ambiente p\u00fablico em que vivemos.<\/p>\n\n\n\n<p>Em primeiro lugar, estou preocupado com a atual \u00eanfase excessiva nos direitos e a falta de \u00eanfase nas responsabilidades. Onde isso nos levar\u00e1 em nossa vida p\u00fablica? Nenhuma sociedade \u00e9 t\u00e3o forte que possa apoiar o aumento cont\u00ednuo dos direitos dos cidad\u00e3os e, ao mesmo tempo, deixar de promover aumentos compar\u00e1veis nas responsabilidades ou obriga\u00e7\u00f5es dos cidad\u00e3os. No entanto, nosso sistema jur\u00eddico continua a reconhecer novos direitos, enquanto ignoramos cada vez mais as antigas responsabilidades. Por exemplo, os chamados div\u00f3rcios sem culpa &#8211; que d\u00e3o a qualquer um dos c\u00f4njuges o direito de dissolver um casamento \u00e0 vontade &#8211; obscurecem a import\u00e2ncia vital das responsabilidades no casamento. Da mesma forma, acredito que \u00e9 uma ilus\u00e3o pensar que ajudamos as crian\u00e7as definindo e impondo seus direitos. Fazemos mais pelas crian\u00e7as ao tentar refor\u00e7ar as responsabilidades dos pais &#8211; naturais e adotivos &#8211; mesmo quando essas responsabilidades n\u00e3o s\u00e3o legalmente impostas.<\/p>\n\n\n\n<p>Esses mesmos princ\u00edpios tamb\u00e9m se aplicam \u00e0 esfera p\u00fablica. N\u00e3o podemos elevar nosso bem-estar p\u00fablico aumentando nosso invent\u00e1rio de direitos individuais. Responsabilidades c\u00edvicas como honestidade, autossufici\u00eancia, participa\u00e7\u00e3o no processo democr\u00e1tico e devo\u00e7\u00e3o ao bem comum s\u00e3o essenciais para o governo e a preserva\u00e7\u00e3o de nosso pa\u00eds. Atualmente, estamos aumentando os direitos e enfraquecendo as responsabilidades, o que est\u00e1 levando nossa na\u00e7\u00e3o ao caminho da fal\u00eancia moral e c\u00edvica. Se quisermos aumentar nosso bem-estar geral, precisamos fortalecer nosso senso de responsabilidade individual pelo bem-estar dos outros e pelo bem da sociedade em geral. (Ver Dallin H. Oaks, \u201cRights and Responsibilities\u201d, <em>Mercer Law Review<\/em>, 36 [1984-85], n.\u00ba 1 [outono de 1984]: 427-42.)<\/p>\n\n\n\n<p>O segundo aspecto \u00e9 a quest\u00e3o da diminui\u00e7\u00e3o do n\u00famero de leitores de jornais e livros. A circula\u00e7\u00e3o e o n\u00famero de leitores de jornais di\u00e1rios nos Estados Unidos est\u00e3o diminuindo significativamente, ao passo que nossa popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 aumentando. Especificamente, a circula\u00e7\u00e3o per capita de jornais nos EUA nos \u00faltimos 30 anos diminuiu de 300 para 190 por 1.000 habitantes. Para citar outra medida, nos quatro anos anteriores a 2002, a porcentagem de pessoas com idade entre 25 e 34 anos que leram um jornal na semana anterior (em m\u00e3os ou na Internet) caiu quase 10 pontos percentuais &#8211; de mais de 86% em 1988 para menos de 77% em 2002 (U.S. Census Bureau, <em>Statistical Abstract of the United States: 1989<\/em> [109\u00aa ed.], tabela no. 901; e <em>Statistical Abstract of the United States: 2003<\/em> [123\u00aa ed.], tabela no. 1127). A propor\u00e7\u00e3o de adultos que leem livros tamb\u00e9m diminuiu significativamente nos \u00faltimos anos (ver National Endowment for the Arts, <em>Reading at Risk: A Survey of Literary Reading in America<\/em>, Research Division Report #46, junho de 2004, Washington, D.C. [www.nea.gov\/pub\/ReadingAtRisk.pdf]; e Christina McCarroll, \u201cNew on the Endangered Species List: The Bookworm\u201d, <em>Christian Science Monitor<\/em>, 12 de julho de 2004, pp. 1-3).<\/p>\n\n\n\n<p>Por que essas tend\u00eancias s\u00e3o preocupantes? Mais e mais pessoas n\u00e3o est\u00e3o lendo as not\u00edcias sobre o mundo ao seu redor ou as quest\u00f5es importantes do dia. Aparentemente, elas se baseiam no que os outros lhes dizem ou nas frases de efeito dos notici\u00e1rios da televis\u00e3o, onde at\u00e9 mesmo os assuntos mais importantes raramente t\u00eam mais de 60 segundos. Aonde isso vai levar? Est\u00e1 nos levando a uma sociedade menos preocupada, menos atenciosa e menos informada, o que resulta em um governo menos ativo e menos respons\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma terceira preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 com o que est\u00e1 ou n\u00e3o est\u00e1 sendo ensinado nas escolas que moldam o pensamento e os valores daqueles que ser\u00e3o nossos futuros l\u00edderes. Refiro-me a escolas p\u00fablicas, escolas particulares e escolas religiosas. Temo que alguns dos valores que s\u00e3o \u2014 ou deixam de ser \u2014 ensinados aos jovens que em breve ocupar\u00e3o os p\u00falpitos p\u00fablicos e religiosos de nossa na\u00e7\u00e3o sejam significativamente diferentes daqueles que moldaram nosso povo e nossa na\u00e7\u00e3o. Tenho o mesmo receio em rela\u00e7\u00e3o ao que est\u00e1 sendo ensinado pelos programas de TV, que ocupam grande parte do tempo de nossos jovens.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s a recente elei\u00e7\u00e3o, li que um em cada cinco eleitores nas pesquisas de boca de urna em todo o pa\u00eds disse que as quest\u00f5es morais eram o fator mais importante ao votar. Muitos de n\u00f3s votamos com base em nossas preocupa\u00e7\u00f5es com a posi\u00e7\u00e3o de nossas autoridades p\u00fablicas sobre quest\u00f5es morais, mas o que estamos fazendo para registrar preocupa\u00e7\u00f5es semelhantes com os valores de alguns daqueles que est\u00e3o ensinando nossos futuros l\u00edderes? Se n\u00e3o dermos aten\u00e7\u00e3o a essa preocupa\u00e7\u00e3o, estaremos nos afastando da virtude e da responsabilidade c\u00edvicas e da prosperidade geral.<\/p>\n\n\n\n<p>Minha quarta preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 com a destrui\u00e7\u00e3o da confian\u00e7a em figuras e autoridades p\u00fablicas. Isso est\u00e1 bem presente em nossas mentes ap\u00f3s a recente hostilidade de muitas campanhas eleitorais, mas tamb\u00e9m \u00e9 uma caracter\u00edstica familiar da programa\u00e7\u00e3o atual da televis\u00e3o. Grande parte do discurso p\u00fablico, da cobertura da m\u00eddia e do entretenimento parece ser formada por conte\u00fado que destruir\u00e1 a confian\u00e7a nas pessoas e nos cargos que deveriam funcionar como guias morais para jovens e idosos em nossa sociedade. Muitas das mensagens de alguns candidatos recentes parecem ter a inten\u00e7\u00e3o de desacreditar o car\u00e1ter de outro candidato em vez de promover uma discuss\u00e3o s\u00e9ria sobre as quest\u00f5es importantes nas quais o eleitorado deve registrar suas escolhas. Da mesma forma, nos chamados programas de entretenimento, muitas vezes vemos a figura de autoridade ser retratada como ardilosa, desonesta e indigna de confian\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Desacredite das figuras de autoridade &#8211; sejam elas autoridades p\u00fablicas, professores, ministros ou outros &#8211; e aonde isso vai levar? Isso incentivar\u00e1 d\u00favidas sobre as leis, regras e princ\u00edpios que elas administram, e levar\u00e1 ao ceticismo ou ao afastamento dos la\u00e7os que nos unem como sociedade, fam\u00edlia ou organiza\u00e7\u00e3o privada. Oro para que isso n\u00e3o aconte\u00e7a e oro para que o discurso p\u00fablico volte a ser menos divisivo e mais solid\u00e1rio e respeitoso com as figuras de autoridade e com os valores que constru\u00edram nossa na\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Aonde isso vai levar? Sugeri que essa \u00e9 uma pergunta de grande valor para avaliarmos muitas decis\u00f5es pessoais e particulares. \u00c9 tamb\u00e9m uma forma de prestar testemunho. Para onde leva a f\u00e9 no Senhor Jesus Cristo? Para onde leva o evangelho? Cito uma passagem de Doutrina e Conv\u00eanios que cont\u00e9m a palavra do Senhor para Seu povo nesta dispensa\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Procura trazer \u00e0 luz e estabelecer minha Si\u00e3o. Guarda meus mandamentos em todas as coisas.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>E se guardares meus mandamentos e perseverares at\u00e9 o fim, ter\u00e1s vida eterna, que \u00e9 o maior de todos os dons de Deus.<\/em> [<a href=\"https:\/\/www.churchofjesuschrist.org\/study\/scriptures\/dc-testament\/dc\/14?lang=por&amp;id=p7#p7\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">D&amp;C 14:6-7<\/a>]<\/p>\n\n\n\n<p>Presto testemunho de Jesus Cristo, que \u00e9 nosso Salvador. Testifico da veracidade do evangelho de Jesus Cristo, que nos conduzir\u00e1 \u00e0 vida eterna. Testifico que somos guiados por um profeta. Esta \u00e9 a Igreja do Senhor e Seu evangelho, no qual podemos confiar que nos conduzir\u00e1 \u00e0 vida eterna. E digo isso em nome de Jesus Cristo, am\u00e9m.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00a9 Intellectual Reserve, Inc. Todos os direitos reservados.<\/em><\/p>\n","protected":false},"template":"","tags":[],"class_list":["post-1267","speech","type-speech","status-publish","hentry","event_type-devocional","speaker-dallin-h-oaks","topic-aprendizado","topic-arbitrio","topic-perguntas"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v27.3 (Yoast SEO v27.3) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Aonde isso vai levar? | BYU Speeches Portugu\u00eas<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Descubra a import\u00e2ncia de reflex\u00f5es na vida. Aonde isso vai levar? 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