{"id":1627,"date":"2026-09-25T03:00:00","date_gmt":"2026-09-25T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/speeches.byu.edu\/por\/?post_type=speech&#038;p=1627"},"modified":"2026-09-30T16:42:03","modified_gmt":"2026-09-30T16:42:03","slug":"o-y-na-montanha","status":"publish","type":"speech","link":"https:\/\/speeches.byu.edu\/por\/talks\/kevin-j-worthen\/o-y-na-montanha\/","title":{"rendered":"O Y na montanha"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center has-small-font-size wp-block-paragraph\"><strong><em>Pretendemos modificar a tradu\u00e7\u00e3o se for necess\u00e1rio. Para dar sugest\u00f5es, envie um e-mail para: speeches.por@byu.edu<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma das caracter\u00edsticas mais marcantes deste vale onde a BYU se encontra \u00e9 o &#8220;Y&#8221; de concreto na superf\u00edcie da montanha ao leste. A extens\u00e3o do Y \u00e9 t\u00e3o grande e sua presen\u00e7a t\u00e3o imponente que a pr\u00f3pria montanha recebeu o nome de Montanha Y. A liga\u00e7\u00e3o entre a letra na montanha e a hist\u00f3ria, o prop\u00f3sito e a miss\u00e3o desta universidade \u00e9 t\u00e3o profunda e consolidada que muitos se referem \u00e0 pr\u00f3pria universidade simplesmente como \u201ca Y\u201d \u2014 uma refer\u00eancia que continua a confundir os ex-alunos da Universidade de Yale.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Espero que, para os formandos de hoje, o Y na montanha sirva como um lembrete do conhecimento que adquiriram, das coisas que realizaram e das pessoas nas quais se tornaram durante seu tempo na BYU. Espero tamb\u00e9m que sirva como um convite cont\u00ednuo para que aumentem o impacto do que alguns chamam de \u201co esp\u00edrito do Y\u201d \u2014 um esp\u00edrito de servi\u00e7o e car\u00e1ter que emana n\u00e3o apenas da destreza intelectual, mas tamb\u00e9m da for\u00e7a espiritual que adquiriram aqui.<\/p>\n\n\n\n<h2 id=\"h-a-letra-y\" class=\"wp-block-heading\">A letra <em>Y<\/em><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 muita coisa para se esperar de uma simples letra do alfabeto, especialmente de uma letra que enfrentou certas dificuldades para entrar e permanecer no alfabeto ingl\u00eas moderno. A letra <em>y<\/em> foi incorporada ao alfabeto romano \u2014 do qual o nosso deriva \u2014 por volta do ano 100 d.C.,<sup>1<\/sup> muito tempo depois de a maioria das outras letras j\u00e1 terem chegado l\u00e1.<sup>2<\/sup> A letra <em>y<\/em> desempenhava praticamente o mesmo papel que a letra romana <em>i<\/em>, que havia sido introduzida no alfabeto romano 800 anos antes.<sup>3<\/sup> A fun\u00e7\u00e3o original do <em>y<\/em> era permitir a adapta\u00e7\u00e3o de palavras gregas \u00e0 escrita romana.<sup>4<\/sup> Por isso, era chamada de <em>Y<\/em>, <em>I<\/em> ou <em>E grega<\/em> \u2014 ou <em>i griega<\/em>, para quem fala espanhol \u2014 como um lembrete de que n\u00e3o era nativa do alfabeto romano.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como desempenhava em grande parte um papel j\u00e1 ocupado por outra letra do alfabeto, a letra <em>y<\/em> sempre teve uma posi\u00e7\u00e3o um tanto fr\u00e1gil. Pelo menos um linguista moderno ainda condena a letra <em>y<\/em> como um \u201cluxo&#8230; ou melhor, um grande inc\u00f4modo\u201d, cuja presen\u00e7a n\u00e3o faria falta e cuja aus\u00eancia simplificaria as regras ortogr\u00e1ficas.<sup>5<\/sup> Por que n\u00e3o, perguntam alguns, escrever <em>cycle <\/em>[ciclo], <em>syllabus<\/em> [plano de ensino] e <em>dynasty<\/em> [dinastia] com um <em>i<\/em> em vez de um <em>y<\/em>?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas, apesar das cr\u00edticas recebidas, a letra <em>y<\/em> persistiu \u2014 \u00e0s vezes por meios que parecem at\u00e9 providenciais. No passado, o alfabeto romano continha a letra <em>thorn (\u00fe)<\/em>. Ela era pronunciada como o \u201cth\u201d das palavras inglesas <em>this <\/em>[este(a), esse(a)], <em>then<\/em> [ent\u00e3o] ou <em>the<\/em> [o, a].<sup>6<\/sup> Embora desempenhasse uma fun\u00e7\u00e3o bem diferente da letra <em>y<\/em>, o <em>thorn<\/em> min\u00fasculo parecia-se com o <em>y<\/em> min\u00fasculo. \u201cCom o tempo, \u00e0 medida que a escrita g\u00f3tica foi introduzida no ingl\u00eas antigo, o \u2018Y\u2019 e o \u2018thorn\u2019 tornaram-se semelhantes demais e um deles teve que desaparecer.\u201d<sup>7<\/sup> Infelizmente para a letra <em>thorn<\/em>, os tip\u00f3grafos franceses n\u00e3o possu\u00edam esse caractere em suas prensas, \u201ce tornou-se comum substituir o \u2018thorn\u2019 por um \u2018y\u2019.\u201d<sup>8<\/sup> Assim, placas na Inglaterra passaram a dizer \u201c<em>Ye<\/em> Old Fish and Chips Shop\u201d [A antiga loja de peixe frito com batatas fritas] e n\u00e3o \u201c<em>The<\/em> Old Fish and Chips Shop\u201d [mesmo], e a letra <em>thorn<\/em> caiu no esquecimento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Portanto, n\u00e3o fossem as peculiaridades dos impressores franceses naquele passado distante, o s\u00edmbolo na montanha ao leste daqui talvez teria o formato da letra <em>thorn<\/em> \u2014 e nossa universidade talvez fosse conhecida n\u00e3o como \u201ca Y\u201d, mas como \u201ca Thorn\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h2 id=\"h-o-y-que-ficou-sozinho\" class=\"wp-block-heading\">O Y que ficou sozinho<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Y na montanha tem origens pouco auspiciosas. Suas ra\u00edzes remontam a uma rivalidade entre duas turmas de alunos, apenas tr\u00eas anos depois de a Academia Brigham Young se tornar uma universidade plenamente estabelecida. Naquela \u00e9poca, tanto a Universidade Brigham Young quanto a Escola Secund\u00e1ria Brigham Young [BY High] compartilhavam o mesmo espa\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Naqueles dias, n\u00e3o era incomum que uma turma marcasse sua formatura deixando s\u00edmbolos na paisagem. Na primavera de 1906, a turma do pen\u00faltimo ano do ensino m\u00e9dio decidiu se antecipar no processo e, ao mesmo tempo, demonstrar sua superioridade em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 turma do \u00faltimo ano, gravando um grande \u201c07\u201d na encosta da montanha, em refer\u00eancia ao ano em que se formariam.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como era de se esperar, ao despertar e ver aquela cena, a turma do \u00faltimo ano se op\u00f4s. Um relato da \u00e9poca descreveu a rea\u00e7\u00e3o com um toque dram\u00e1tico:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>O corpo estudantil. . . levantou-se de um salto, em espanto e raiva; o branco de seus olhos brilhava como rel\u00e2mpagos. Seus l\u00edderes. . . correram para os quatro cantos com bandeiras em chamas, clamando: \u201cRe\u00fanam-se, \u00f3 ex\u00e9rcitos, preparados para lutar!\u201d <\/em><sup>9<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Seguiu-se ent\u00e3o \u201cuma briga na encosta que durou o dia inteiro\u201d,<sup>10<\/sup> com troca de socos de ambos os lados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O presidente da BYU, George H. Brimhall, e o diretor da BY High, Edwin S. Hinckley, reuniram um grupo e foi tomada a decis\u00e3o de que todas as turmas se unissem para colocar as letras <em>B<\/em>, <em>Y<\/em> e <em>U<\/em> na encosta da montanha.<sup>11<\/sup> O projeto come\u00e7ou com a letra <em>Y<\/em> para garantir que todas as letras ficassem devidamente centralizadas na montanha.<sup>12<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Medidas e c\u00e1lculos foram feitos tanto na montanha quanto no antigo pr\u00e9dio da Academia (que hoje \u00e9 a Biblioteca Municipal de Provo) para garantir que a letra ficasse centralizada e fosse proporcional do ponto de vista das pessoas no vale. No dia marcado, iniciou-se o trabalho de constru\u00e7\u00e3o do Y com cal, pedra e areia. Como descreveu um dos participantes:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Os alunos formaram uma fila em zigue-zague com cerca de dois metros e meio de dist\u00e2ncia entre si, estendendo-se da base da colina at\u00e9 o local do Y. O primeiro <\/em>[aluno]<em> pegava o saco de cal, areia ou pedras, carregava-o por dois metros e meio e o entregava ao segundo <\/em>[aluno]<em>. O segundo carregava-o por mais dois metros e meio e o entregava ao terceiro <\/em>[aluno]<em>, e assim o saco subia a colina.<\/em><sup>13<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O grupo come\u00e7ou de manh\u00e3 cedo, com a expectativa de que o trabalho fosse conclu\u00eddo \u00e0s 10h daquela mesma manh\u00e3.<sup>14<\/sup> Por\u00e9m, a tarefa revelou-se muito maior do que haviam imaginado. No meio da tarde, alguns estudantes desmaiaram e tiveram que ser retirados da colina. Somente \u00e0s 16h o Y ficou, finalmente, coberto por uma camada fina de material.<sup>15<\/sup> O esfor\u00e7o foi t\u00e3o exaustivo que, nas palavras de um dos participantes, \u201cn\u00e3o houve nenhuma tentativa de cobrir as outras duas letras\u201d,<sup>16<\/sup> e o Y ficou sozinho.<\/p>\n\n\n\n<h2 id=\"h-o-espirito-positivo-do-y\" class=\"wp-block-heading\">O esp\u00edrito positivo do Y<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Assim, poderia-se dizer que o Y na montanha \u00e9 fruto de contenda e cansa\u00e7o. N\u00e3o \u00e9 exatamente o tipo de origem motivacional que se escolheria para inspirar o cora\u00e7\u00e3o, apesar do encanto da alitera\u00e7\u00e3o. E, no entanto, h\u00e1 nessa hist\u00f3ria, assim como na hist\u00f3ria um pouco prec\u00e1ria da letra <em>y<\/em>, duas breves li\u00e7\u00f5es inter-relacionadas que ofere\u00e7o como meu conselho \u00e0 turma de formandos de hoje.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Primeiro, s\u00edmbolos como a letra <em>y<\/em> ou o Y na montanha acabam ganhando significado em nossas vidas n\u00e3o tanto por causa de sua forma f\u00edsica ou presen\u00e7a, mas por causa do que escolhemos fazer deles. Da mesma forma, o significado dos eventos em nossas vidas ser\u00e1 determinado n\u00e3o tanto pelos eventos em si, mas pela maneira como escolhemos v\u00ea-los e responder a eles. E isso, por sua vez, \u00e9 moldado de forma dram\u00e1tica pela perspectiva a partir da qual escolhemos ver tanto os s\u00edmbolos quanto os eventos em nossas vidas. Dada sua chegada tardia, seu papel limitado e, \u00e0s vezes, at\u00e9 mesmo seu lugar prec\u00e1rio no alfabeto, alguns optam por ver a letra <em>y<\/em> como um \u201cinc\u00f4modo\u201d. Mas eu, por exemplo, me deleito com palavras como <em>yes<\/em> [sim], <em>yearn<\/em> [ansiar], <em>young<\/em> [jovem] e at\u00e9 mesmo <em>yikes<\/em> [eita] \u2014 sem falar em <em>yawn<\/em> [bocejar, bocejo], que muitos de voc\u00eas devem estar fazendo agora.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Da mesma forma, dadas as suas origens, suponho que alguns possam ver o Y na montanha como um s\u00edmbolo de conflito e exaust\u00e3o. No entanto, acredito que eu e a maioria de n\u00f3s optamos por v\u00ea-lo como um s\u00edmbolo de uni\u00e3o e energia, e que essa imagem positiva tem sido refor\u00e7ada por nossas a\u00e7\u00f5es ao longo dos anos. Se decidirmos encarar os acontecimentos de nossa vida a partir da perspectiva eterna que prov\u00e9m da compreens\u00e3o do plano eterno de salva\u00e7\u00e3o de Deus, nossa vida ser\u00e1 mais feliz e produtiva, e teremos mais for\u00e7a para enfrentar os desafios que inevitavelmente surgir\u00e3o em nosso caminho. Tudo isso depende da maneira como escolhemos encarar as coisas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mesmo com essa perspectiva mais positiva, haver\u00e1 momentos em que voc\u00eas se sentir\u00e3o sobrecarregados pelos acontecimentos \u2014 momentos em que, apesar de seus melhores esfor\u00e7os, n\u00e3o conseguir\u00e3o atingir seus objetivos e sentir\u00e3o que fracassaram completamente \u2014 assim como os estudantes, exaustos, devem ter se sentido quando desistiram de fazer o <em>B<\/em> e o <em>U<\/em> na encosta da montanha. Mas, ao que parece, ter apenas um Y na montanha pode ter sido o resultado ideal, embora provavelmente ningu\u00e9m tenha pensado assim naquele momento. Afinal, como Peter B. Gardner observou em seu artigo na <em>BYU Magazine<\/em> h\u00e1 alguns anos: \u201c\u2018Iluminar o B, o Y e o U\u2019 simplesmente n\u00e3o soa t\u00e3o bem\u201d<sup>17<\/sup> quanto \u201ciluminar o Y.\u201d E ser\u00e1 que realmente preferir\u00edamos um \u201cBi-u\u00e1i-i\u00famount Terrace\u201d?<sup>18<\/sup> [piada em rela\u00e7\u00e3o a uma moradia estudantil em Provo chamada <em>Wymount Terrace<\/em>, onde <em>Wy<\/em> reproduz a pron\u00fancia de <em>Y<\/em> em ingl\u00eas.]<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A segunda li\u00e7\u00e3o, portanto, \u00e9 que, nos momentos em que voc\u00eas sentirem que fracassaram, que nada est\u00e1 dando certo e que n\u00e3o h\u00e1 nada que possa ser feito a respeito, voc\u00eas ainda podem \u2014 e oro para que o fa\u00e7am \u2014 confiar na promessa extraordin\u00e1ria de Deus de que Ele \u00e9 capaz de fazer com que <em>todas<\/em> as coisas contribuam para o bem daqueles que O amam. Testifico que essa promessa extraordin\u00e1ria, encontrada em Romanos 8:28 e repetida em v\u00e1rias passagens das escrituras modernas,\u00b9\u2079 \u00e9 verdadeira. Talvez voc\u00eas n\u00e3o vejam isso imediatamente, mas Deus pode fazer com que todas as coisas contribuam para o seu bem. Ele pode transformar uma briga entre turmas rivais e uma tentativa fracassada de gravar tr\u00eas letras em uma montanha em um s\u00edmbolo de uni\u00e3o e sucesso. Mais importante ainda, Ele pode fazer com que o bem resulte de todos os nossos esfor\u00e7os \u2014 n\u00e3o apenas de nossos sucessos, mas tamb\u00e9m de nossos fracassos e dos fracassos alheios que nos causam dor. Deus \u00e9 assim, t\u00e3o bom e t\u00e3o poderoso. Precisamos apenas confiar Nele.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Portanto, ao olharem para o Y na montanha, espero que vejam esperan\u00e7a, otimismo e f\u00e9 no futuro. Parabenizo voc\u00eas, formandos, por sua conquista e oro para que sejam inspirados pelo esp\u00edrito positivo do Y em todos os seus empreendimentos. Ofere\u00e7o essa ora\u00e7\u00e3o em nome de Jesus Cristo, am\u00e9m.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a9 Brigham Young University. Todos os direitos reservados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"template":"","tags":[],"class_list":["post-1627","speech","type-speech","status-publish","hentry","event_type-palestra","speaker-kevin-j-worthen","topic-adversidade","topic-arbitrio","topic-responsabilidade","topic-vida"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v28.7 (Yoast SEO v28.7) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>O Y na montanha | BYU Speeches Portugu\u00eas<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Talvez voc\u00eas n\u00e3o vejam isso imediatamente, mas Deus pode fazer com que todas as coisas contribuam para o seu bem.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/speeches.byu.edu\/por\/talks\/kevin-j-worthen\/o-y-na-montanha\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" 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