{"id":925,"date":"2024-10-18T06:00:00","date_gmt":"2024-10-18T06:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/speeches.byu.edu\/por\/?post_type=speech&#038;p=925"},"modified":"2024-11-19T23:40:05","modified_gmt":"2024-11-19T23:40:05","slug":"aprendizado-de-idiomas","status":"publish","type":"speech","link":"https:\/\/speeches.byu.edu\/por\/talks\/ray-t-clifford\/aprendizado-de-idiomas\/","title":{"rendered":"Aprendizado de idiomas: Uma experi\u00eancia verdadeiramente educativa"},"content":{"rendered":"\n<p>A BYU \u00e9 internacionalmente conhecida como &#8220;a universidade dos idiomas&#8221;. A edi\u00e7\u00e3o de 2017 do folheto <em>Y Facts<\/em> [Fatos sobre a BYU] relatou que aproximadamente 65% dos alunos da BYU falam mais de um idioma.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Deixem-me fazer uma pesquisa r\u00e1pida para ver se os que est\u00e3o aqui reunidos hoje s\u00e3o representantes dos estudantes da BYU, em geral. Se voc\u00ea souber mais de um idioma, levante a m\u00e3o. [A maioria da plateia levantou a m\u00e3o.]<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Espero que percebam o qu\u00e3o extraordin\u00e1rio \u00e9 o fato de voc\u00eas terem recebido o dom de serem capazes de se comunicar em mais de um idioma. Pensem nisso: o idioma \u00e9 o comportamento humano mais complexo que h\u00e1, e a maioria de voc\u00eas pode se comunicar em mais de um idioma.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-a-complexidade-d-o-idioma\"><strong>A Complexidade d<\/strong><strong>o idioma<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como todos aqui podem ler portugu\u00eas, eu gostaria de demonstrar a complexidade do idioma dando-lhes um teste de portugu\u00eas simples. Como voc\u00eas leriam &#8220;S. Paulo e S. Est\u00eav\u00e3o&#8221; em voz alta?<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Voc\u00eas provavelmente disseram: &#8220;S\u00e3o Paulo e Santo Est\u00eav\u00e3o&#8221;. E sua resposta para essa simples tarefa provavelmente n\u00e3o foi apenas correta, mas tamb\u00e9m autom\u00e1tica. Mas voc\u00eas poderiam explicar para outra pessoa a regra que determina a diferen\u00e7a entre &#8220;S\u00e3o&#8221; e &#8220;Santo&#8221;? Talvez voc\u00eas digam que &#8220;S\u00e3o&#8221; vem antes de um nome que come\u00e7a com uma consoante enquanto &#8220;Santo&#8221;, vem antes de um nome que come\u00e7a com uma vogal.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Agora, mais um teste. &#8220;S. Maria \u201c e &#8220;S. Isabel&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Opa, descobrimos algo aqui! N\u00e3o podemos dizer &#8220;<em>S\u00e3 Maria<\/em>&#8220;. No entanto, dizemos Santa Maria e Santa Isabel, mas se a regra que governa a contra\u00e7\u00e3o \u00e9 devido \u00e0 vogal ou consoante seguinte ent\u00e3o, por que dizemos &#8220;Santa&#8221; e n\u00e3o a abreviamos como na forma masculina? Temos que refinar nossa regra para incluir nomes femininos tamb\u00e9m.<sup>1<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;Sim, at\u00e9 mesmo a uma linguagem <em>simples<\/em> \u00e9 complexa. A linguagem \u00e9 t\u00e3o complexa que temos muitas vezes dificuldade em explicar como ela funciona. No entanto, geralmente n\u00e3o estamos cientes de como a linguagem \u00e9 complexa. De certa forma, a linguagem \u00e9 como o ar que respiramos: n\u00e3o prestamos aten\u00e7\u00e3o \u2014 a menos que algo esteja errado.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como as pessoas n\u00e3o prestam aten\u00e7\u00e3o ao idioma a menos que algo esteja errado, voc\u00eas n\u00e3o devem levar muito a s\u00e9rio os elogios sobre suas habilidades em outro idioma. O fato de algu\u00e9m ter elogiado seu idioma \u00e9 um ind\u00edcio de que eles perceberam algo \u2014 e isso acontece quando h\u00e1 algo errado.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; No in\u00edcio de minha miss\u00e3o na \u00c1ustria, eu estava bastante confiante em minha habilidade no alem\u00e3o. Na verdade, v\u00e1rios membros me disseram que eu falava alem\u00e3o muito bem. Ent\u00e3o, certo domingo, ap\u00f3s fazer a ora\u00e7\u00e3o na reuni\u00e3o sacramental, ouvi alguns membros comentarem sobre minhas habilidades no alem\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Uma irm\u00e3 fez a cr\u00edtica: &#8220;<em>War das nicht lieb? Genau wie ein kleines Kind!<\/em>&#8221; O que significa: &#8220;N\u00e3o \u00e9 uma gracinha? que nem uma criancinha!&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; A irm\u00e3 que fez o coment\u00e1rio era muito gentil para me dar esse feedback honesto pessoalmente, por isso fiquei grato por ter ouvido o coment\u00e1rio que ela havia feito a outras pessoas. Sua avalia\u00e7\u00e3o sincera me fez saber que eu precisava melhorar minhas habilidades lingu\u00edsticas.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Outra experi\u00eancia mission\u00e1ria me ensinou como \u00e9 complicado traduzir um conceito de um idioma para outro.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Um dos melhores int\u00e9rpretes que j\u00e1 observei foi Immo Luschin. Em uma confer\u00eancia regional realizada em Viena, \u00c1ustria, foi pedido ao irm\u00e3o Luschin que interpretasse as palavras do orador visitante para o alem\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0 Do lado de fora, estava nevando e, dentro da capela, o aquecedor estava lutando para lidar com o tempo frio. Percebendo que as pessoas estavam tremendo de frio, o orador come\u00e7ou seu discurso com um trocadilho que funcionou em ingl\u00eas mas n\u00e3o alem\u00e3o.<sup>2<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0 Coloquem-se no lugar do Irm\u00e3o Luschin. Se voc\u00eas fossem o int\u00e9rprete, como teriam interpretado um trocadilho assim?<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sem pausa, o irm\u00e3o Luschin disse em alem\u00e3o: &#8220;Nosso orador acaba de fazer um trocadilho fant\u00e1stico que n\u00e3o pode ser traduzido. Todos poderiam rir, por favor?&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Surpresa com o pedido, a congrega\u00e7\u00e3o riu espontaneamente e o orador prosseguiu \u2014 inconsciente tanto do desafio que havia dado ao int\u00e9rprete quanto da maneira h\u00e1bil com que esse desafio foi enfrentado.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; A partir dessa e de outras experi\u00eancias com tradu\u00e7\u00e3o, conclu\u00ed que, ao traduzir de um idioma complexo para outro idioma complexo, o desafio que se enfrenta \u00e9 um desafio que pode ser melhor descrito matematicamente, n\u00e3o como complexidade + complexidade, mas como complexidade x complexidade, ou complexidadeao quadrado.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-desafio-do-aprendizado-de-idiomas\"><strong>O desafio do aprendizado de idiomas<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como o idioma \u00e9 o mais complexo dos comportamentos humanos, conclui-se que o aprendizado de idiomas apresenta um desafio formid\u00e1vel. Na verdade, o estudo de idiomas \u00e9 uma disciplina que apoia todos os quatro objetivos da educa\u00e7\u00e3o da BYU. Como sabem,<\/p>\n\n\n\n<p><em>A educa\u00e7\u00e3o na BYU deve ser (1) espiritualmente fortalecedora, (2) intelectualmente ampliadora e (3) edificadora do car\u00e1ter, levando ao (4) aprendizado e servi\u00e7o por toda a vida. <\/em>[<em>The Mission of Brigham Young University<\/em> and <em>The Aims of a BYU Education <\/em>(Provo: BYU, 2014), 5] [A miss\u00e3o da Universidade Brigham Young e Os objetivos da educa\u00e7\u00e3o BYU]<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Vou mostrar como o aprendizado de idiomas apoia cada um desses quatro objetivos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-estudo-do-idioma-e-espiritualmente-fortalecedor\"><strong><em>O Estudo do Idioma \u00c9 Espiritualmente Fortalecedor<\/em><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>Ler as escrituras em mais de um idioma d\u00e1 uma compreens\u00e3o mais completa e detalhada de sua inten\u00e7\u00e3o do que se voc\u00eas as lessem em apenas um idioma.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Joseph Smith possu\u00eda uma B\u00edblia multil\u00edngue e, em um discurso, relatou:<\/p>\n\n\n\n<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tenho uma edi\u00e7\u00e3o antiga do Novo Testamento em latim, hebraico, alem\u00e3o e grego. Tenho lido a vers\u00e3o em alem\u00e3o, e acho que \u00e9 a tradu\u00e7\u00e3o mais [quase] correta, e a que mais se aproxima das revela\u00e7\u00f5es que Deus me deu. <\/em>[<em>Ensinamentos,<\/em> cap\u00edtulo 10]<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Esse coment\u00e1rio de Joseph Smith tamb\u00e9m mostra o valor de ter um tradutor que entenda o conte\u00fado que est\u00e1 sendo traduzido. Quando os tradutores n\u00e3o conhecem o significado pretendido do texto original, podem ocorrer anormalidades. A consci\u00eancia de Joseph sobre as tradu\u00e7\u00f5es da B\u00edblia, \u00e0s vezes conflitantes, provavelmente contribuiu para o aviso na oitava regra de f\u00e9 de que \u201ccremos ser a B\u00edblia a palavra de Deus, desde que esteja traduzida corretamente\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; O \u00c9lder Quentin L. Cook salientou em seu discurso na Confer\u00eancia Geral de Abril de 2017 que a palavra grega traduzida como &#8220;<em>poder<\/em>&#8221; em <a href=\"https:\/\/www.churchofjesuschrist.org\/study\/scriptures\/nt\/luke\/8?lang=por&amp;id=46#45\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Lucas 8:46<\/a> na vers\u00e3o Jo\u00e3o Ferreira de Almeida \u00e9 traduzida como &#8220;<em>virtude<\/em>&#8221; na vers\u00e3o em ingl\u00eas do Rei Jaime da B\u00edblia. (ver &#8220;<a href=\"https:\/\/www.churchofjesuschrist.org\/study\/general-conference\/2017\/04\/foundations-of-faith?lang=por\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Alicerces da f\u00e9<\/a>&#8220;, <em>A Liahona,<\/em> maio de 2017). N\u00e3o sabemos por que os tradutores da vers\u00e3o do rei Jaime da B\u00edblia escolheram usar a palavra <em>virtude<\/em> em vez de <em>poder<\/em> em Lucas 8:46. Mas sabemos que eles traduziram a mesma palavra grega como &#8220;<em>poder<\/em>&#8221; quando a traduziram em <a href=\"https:\/\/www.churchofjesuschrist.org\/study\/scriptures\/nt\/matt\/6?lang=por&amp;id=13#12\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Mateus 6:13,<\/a> que cont\u00e9m a conhecida express\u00e3o: &#8220;Porque teu \u00e9 o reino, e o poder, e a gl\u00f3ria, para sempre&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como Joseph Smith descobriu, os desalinhamentos entre as diferentes tradu\u00e7\u00f5es dos textos b\u00edblicos s\u00e3o o resultado das escolhas feitas pelos tradutores \u2014 e essas diferen\u00e7as exigem um estudo mais aprofundado para determinar qual tradu\u00e7\u00e3o se alinha melhor com as verdades reveladas do evangelho restaurado.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-estudo-de-idiomas-e-intelectualmente-enriquecedor\"><strong><em>O estudo de idiomas \u00e9 intelectualmente enriquecedor<\/em><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; O fil\u00f3sofo austr\u00edaco Ludwig Wittgenstein escreveu: &#8220;Os limites do mundo s\u00e3o os limites da minha linguagem&#8221; (<em>Tradu\u00e7\u00e3o<\/em>, <em>Luiz Henrique Lopes dos Santos,<\/em> [S\u00e3o Paulo:&nbsp; , 1961], Editora da Universidade de S\u00e3o Paulo, p. 104, <a href=\"https:\/\/www.bing.com\/ck\/a?!&amp;&amp;p=4df1537ae1f90ff1JmltdHM9MTcxNjI0OTYwMCZpZ3VpZD0zOTk1YjQzZS1kYTlhLTY2OGYtMjM3Yi1hMDRmZGIwNzY3ZGEmaW5zaWQ9NTMwNA&amp;ptn=3&amp;ver=2&amp;hsh=3&amp;fclid=3995b43e-da9a-668f-237b-a04fdb0767da&amp;psq=ludwig+von+wittgenstein+livro+pdf&amp;u=a1aHR0cHM6Ly9hcnF1aXZvcy5zaXN0ZW1hcy51ZmcuYnIvYXJxdWl2b3MvMjAyMjA4NjEyMDhkZmYyMTAxODEwYmZjNGEwODZiOWNkLzE5MjFfV2l0dGdlbnN0ZWluX1RyYWN0YXR1c19Mb2dpY28tUGhpbG9zb3BoaWN1cy1FRFVTUF9UcmFkX0xfSF9QZXNxLnBkZg&amp;ntb=1i).\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">ve<\/a><a href=\"https:\/\/www.bing.com\/ck\/a?!&amp;&amp;p=4df1537ae1f90ff1JmltdHM9MTcxNjI0OTYwMCZpZ3VpZD0zOTk1YjQzZS1kYTlhLTY2OGYtMjM3Yi1hMDRmZGIwNzY3ZGEmaW5zaWQ9NTMwNA&amp;ptn=3&amp;ver=2&amp;hsh=3&amp;fclid=3995b43e-da9a-668f-237b-a04fdb0767da&amp;psq=ludwig+von+wittgenstein+livro+pdf&amp;u=a1aHR0cHM6Ly9hcnF1aXZvcy5zaXN0ZW1hcy51ZmcuYnIvYXJxdWl2b3MvMjAyMjA4NjEyMDhkZmYyMTAxODEwYmZjNGEwODZiOWNkLzE5MjFfV2l0dGdlbnN0ZWluX1RyYWN0YXR1c19Mb2dpY28tUGhpbG9zb3BoaWN1cy1FRFVTUF9UcmFkX0xfSF9QZXNxLnBkZg&amp;ntb=1i).\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">ja o pdf completo aqui.<\/a>)<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mesmo aqui h\u00e1 um problema de tradu\u00e7\u00e3o. Na forma original alem\u00e3, Wittgenstein usou &nbsp;&#8220;<em>s\u00e3o<\/em>&#8221; para &#8220;<em>bedeuten&#8221;<\/em>, que \u00e9 geralmente traduzido como <em>significar<\/em> em portugu\u00eas (<em>Tractatus,<\/em>p. 104). No entanto, quando se fala em limites ou fronteiras, acho que a palavra <em>definir<\/em> \u00e9 mais consistente com a inten\u00e7\u00e3o da afirma\u00e7\u00e3o original, e pode-se at\u00e9 argumentar em favor da palavra <em>determinar.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Embora a justificativa de Wittgenstein para esse postulado seja filosoficamente mais complicada do que a maioria imagina, a implica\u00e7\u00e3o \u00e9 facilmente compreendida: algu\u00e9m com habilidade em mais de um idioma pode navegar em mais \u00e1reas do mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; John Taylor colocou a rela\u00e7\u00e3o entre a dimens\u00e3o de nossa l\u00edngua e a dimens\u00e3o de nosso intelecto percebido de forma muito mais direta. Em seu discurso no Tabern\u00e1culo de Salt Lake em 1852, ele disse:<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00c9 bom que os \u00e9lderes se familiarizem com <\/em><em>os idiomas estrangeiros, pois eles podem at\u00e9 ir para o exterior, e ter\u00e3o que ser capazes de falar com o povo, e n\u00e3o parecer tolos. Eu n\u00e3o me importo com quanta intelig\u00eancia voc\u00eas t\u00eam, se voc\u00eas n\u00e3o puderem exibi-la voc\u00eas parecer\u00e3o ignorantes. <\/em>[<em>JD<\/em> 1:27]<sup>3<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Alguns de voc\u00eas podem estar se perguntando: &#8220;Espera, e o dom de l\u00ednguas?&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; O \u00c9lder Taylor previu esta pergunta. Ele continuou dizendo: &#8220;Voc\u00eas podem dizer, eu pensei que o Senhor nos daria o dom de l\u00ednguas. Ele n\u00e3o os dar\u00e1 se formos demasiadamente indolentes para estud\u00e1-las&#8221; (<em>JD<\/em> 1:27).<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Podemos entender que servir uma miss\u00e3o de idioma estrangeiro pode expandir nossos horizontes intelectuais e culturais, mas tem sido dif\u00edcil quantificar a extens\u00e3o desse crescimento intelectual. Quando cheguei \u00e0 BYU em 2004, ouvi v\u00e1rias vezes a pergunta: &#8220;qu\u00e3o bem os mission\u00e1rios retornados falam o idioma que aprenderam durante seu servi\u00e7o mission\u00e1rio?&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Estivemos tentando responder a esta pergunta. Para dar apoio a essa pesquisa, estivemos testando ex-mission\u00e1rios usando testes de profici\u00eancia reconhecidos internacionalmente que se baseiam em uma hierarquia de compet\u00eancia funcional de comunica\u00e7\u00e3o. Resumi os principais n\u00edveis da escala de profici\u00eancia aplicada nesses testes nas seguintes categorias:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Iniciante:<\/strong> Consigo comunicar ideias b\u00e1sicas usando palavras e frases curtas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Intermedi\u00e1rio<\/strong> Posso me comunicar em forma de di\u00e1logos com frases mais complexas, como em situa\u00e7\u00f5es informais de perguntas e respostas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Avan\u00e7ado<\/strong> Sou capaz de comunicar informa\u00e7\u00f5es conceituais e detalhes complementares em forma de par\u00e1grafos que formam narra\u00e7\u00f5es e descri\u00e7\u00f5es longas e coerentes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Superior:<\/strong> Sou capaz de fornecer espontaneamente explica\u00e7\u00f5es elaboradas e racioc\u00ednio abstrato em apresenta\u00e7\u00f5es e discuss\u00f5es extensas.<\/p>\n\n\n\n<p>[Ver &#8220;ACTFL Proficiency Guidelines 2012&#8221;, American Council on the Teaching of Foreign Languages, p. actfl.org\/publications\/guidelines<\/p>\n\n\n\n<p>-e-manuais\/actfl-proficiency-guidelines-2012]<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Observem que essa escala descreve o n\u00edvel espont\u00e2neo e cont\u00ednuo das habilidades lingu\u00edsticas de uma pessoa, e n\u00e3o as habilidades ensaiadas ou memorizadas.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Olhando para este resumo, como voc\u00ea classificaria sua profici\u00eancia no seu segundo idioma? Qual afirma\u00e7\u00e3o se encaixa melhor em seu n\u00edvel de habilidade?<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Se voc\u00ea \u00e9 um ex-mission\u00e1rio e se autoclassificou como um falante &#8220;avan\u00e7ado&#8221;, provavelmente est\u00e1 certo.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Alguns resultados de nossa pesquisa inicial compararam os resultados de profici\u00eancia de 391 mission\u00e1rios rec\u00e9m-retornados que estudam na BYU com os n\u00edveis de profici\u00eancia de 501 alunos n\u00e3o pertencentes \u00e0 BYU, que cursavam o primeiro e o \u00faltimo ano de idiomas em cinco grandes faculdades de artes liberais com programas de estudo no exterior. Em m\u00e9dia, os ex-mission\u00e1rios s\u00e3o falantes mais proficientes em seu segundo idioma do que os formandos que estudaram idiomas de outras grandes universidades dos EUA. Isso \u00e9 boa not\u00edcia! (Ver Dan Dewey e Ray T. Clifford, &#8220;The Development of Speaking Proficiency of LDS Missionaries&#8221;, em <em>Second Language Acquisition Abroad: The LDS Missionary Experience [A Experi\u00eancia Mission\u00e1ria SUD], <\/em>ed. por Lynne Hansen, Amsterd\u00e3: John Benjamins, 2012, pp. 29\u201349.)<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mas devemos nos lembrar de que, apesar de terem desenvolvido um n\u00edvel significativo de flu\u00eancia na conversa\u00e7\u00e3o, a linguagem falada pelos mission\u00e1rios retornados mostrou padr\u00f5es consistentes de defici\u00eancias gramaticais e de vocabul\u00e1rio e essas defici\u00eancias limitaram sua capacidade de se comunicar claramente sobre assuntos complicados e com detalhes.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Apenas 6% dos mission\u00e1rios retornados haviam atingido um n\u00edvel &#8220;superior&#8221; de profici\u00eancia (ver Dewey e Clifford, &#8220;Development of Speaking Proficiency&#8221;, p. 36). Esse \u00e9 um patamar importante, porque o n\u00edvel \u201csuperior\u201d de profici\u00eancia \u00e9 o n\u00edvel requerido para empregos profissionais em diplomacia, neg\u00f3cios e educa\u00e7\u00e3o superior.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Todos os alunos que se especializaram em idiomas estrangeiros da BYU agora fazem testes de profici\u00eancia como parte de sua conclus\u00e3o de curso da faculdade, e os dados mostram que o estudo adicional de idiomas na BYU agrega valor, \u00e9 intelectualmente ampliado e melhora a profici\u00eancia lingu\u00edstica dos alunos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-estudo-de-idiomas-constroi-carater\"><strong><em>O estudo de idiomas constr\u00f3i car\u00e1ter<\/em><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>O que constr\u00f3i o car\u00e1ter? Em minha experi\u00eancia, para que uma atividade desenvolva o car\u00e1ter, ela deve ser inerentemente boa, deve exigir esfor\u00e7o conjunto e perseveran\u00e7a por um longo per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; O estudo de idiomas atende a todos esses tr\u00eas pr\u00e9-requisitos de constru\u00e7\u00e3o de car\u00e1ter.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Primeiro, sabemos que o aprendizado de idiomas \u00e9 bom. Em <a href=\"https:\/\/www.churchofjesuschrist.org\/study\/scriptures\/dc-testament\/dc\/90?lang=por&amp;id=15#14\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Doutrina e Conv\u00eanios 90:15<\/a>, somos aconselhados a &#8220;familiarizar-[nos] (&#8230;) com todos os bons livros&#8221;. E como lembrete de que nem todos os bons livros s\u00e3o escritos em portugu\u00eas, o vers\u00edculo acrescenta: &#8220;e com l\u00ednguas, idiomas e povos.&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em segundo lugar, estudos mostram que aprender exige esfor\u00e7o. Na escada entre o terceiro e quarto andar da Biblioteca Harold B. Lee h\u00e1 uma c\u00f3pia emoldurada de <a href=\"https:\/\/www.churchofjesuschrist.org\/study\/scriptures\/dc-testament\/dc\/88?lang=por&amp;id=118#117\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Doutrina e Conv\u00eanios 88:118<\/a>. Como estudante da BYU, eu lia essa refer\u00eancia toda vez que sa\u00eda da biblioteca depois de uma longa noite de estudo. Em particular, a \u00faltima linha chamou minha aten\u00e7\u00e3o. Ela declara: &#8220;procurai conhecimento, <em>sim, pelo estudo<\/em> e tamb\u00e9m pela f\u00e9&#8221; (grifo do autor).<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Lembro-me de me perguntar por que essa revela\u00e7\u00e3o inclui a palavra<em>sim.<\/em> N\u00e3o seria suficiente dizer: &#8220;Procurai aprender pelo estudo e pela f\u00e9?&#8221; Ser\u00e1 que a palavra <em>sim<\/em> foi acrescentada para enfatizar que tamb\u00e9m na educa\u00e7\u00e3o, a f\u00e9 sem obras \u00e9 morta? De qualquer forma, a frase &#8220;sim, pelo estudo&#8221; tornou-se um slogan e um princ\u00edpio orientador durante minhas atividades educacionais.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; E claro, a f\u00e9 tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1ria. Ela nos d\u00e1 motiva\u00e7\u00e3o constante para perseverar em nossos estudos, mas esperar aprender somente pela f\u00e9 n\u00e3o \u00e9 realista. Lembrem-se do conselho de John Taylor: n\u00e3o receberemos o dom de l\u00ednguas a menos que estudemos idiomas.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em terceiro lugar, o aprendizado de idiomas requer perseveran\u00e7a. Talvez voc\u00eas j\u00e1 tenham ouvido falar da no\u00e7\u00e3o popular chamada de &#8220;regra das 10.000 horas&#8221;. Essa regra sugere que, para se tornar um especialista em qualquer coisa, s\u00e3o necess\u00e1rias cerca de 10.000 horas de esfor\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como muitos mission\u00e1rios estudam e praticam o idioma de sua miss\u00e3o de 40 a 60 horas por semana durante at\u00e9 dois anos, eles podem dedicar de 4.000 a 6.000 horas ao estudo do idioma de sua miss\u00e3o. Quando retornarem, eles ter\u00e3o acumulado metade das 10.000 horas necess\u00e1rias para se tornarem especialistas nesse idioma. Eles est\u00e3o quase se tornando especialistas em idiomas e, se perseverarem, poder\u00e3o se tornar especialistas. A expectativa de que os alunos dediquem milhares de horas \u00e0 aquisi\u00e7\u00e3o de habilidades lingu\u00edsticas atende claramente ao terceiro crit\u00e9rio para a forma\u00e7\u00e3o de car\u00e1ter: perseveran\u00e7a durante um longo per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Anders Ericsson e Robert Pool, os autores da pesquisa que foi generalizada como a regra das 10.000 horas, continuam a rejeitar a simplifica\u00e7\u00e3o excessiva de suas descobertas, lembrando-nos de que apenas passar tempo fazendo algo n\u00e3o \u00e9 suficiente para se tornar um especialista.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assistir a 10.000 horas de concertos de piano n\u00e3o os transformar\u00e1 automaticamente em um pianista concertista. O simples fato de assistir a 10.000 horas de reuni\u00f5es da igreja \u2014 o equivalente a assistir a um bloco de tr\u00eas horas de reuni\u00f5es da igreja toda semana durante sessenta e quatro anos \u2014 n\u00e3o os transformar\u00e1 automaticamente em uma pessoa celestial.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; De acordo com Ericsson e Pool, a chave para se tornar um especialista n\u00e3o \u00e9 apenas passar tempo, mas se envolver em &#8220;pr\u00e1tica deliberada&#8221;. A pr\u00e1tica deliberada \u00e9 diferente de outros tipos de pr\u00e1tica em dois aspectos essenciais: deve haver \u201ccrit\u00e9rios estabelecidos para um desempenho superior\u201d e deve haver professores \u201cque possam oferecer atividades pr\u00e1ticas projetadas para ajudar o aluno a melhorar seu desempenho\u201d (Anders Ericsson e Robert Pool, <em>Direto ao Ponto<\/em>: segredos da nova ci\u00eancia da expertise [Boston: Houghton Mifflin, 2016]). S\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel se tornar um especialista por meio da pr\u00e1tica deliberada, mas a pr\u00e1tica deliberada s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel sob essas duas condi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; O estudo de idiomas na BYU atende a esses crit\u00e9rios. O campo do estudo de idiomas \u00e9 uma disciplina profissional com padr\u00f5es bem desenvolvidos de desempenho superior, e a BYU tem mais professores com experi\u00eancia em levar os alunos ao n\u00edvel superior de profici\u00eancia em idiomas do que voc\u00ea pode encontrar em qualquer outra universidade. Conforme sugerido pela necessidade de pr\u00e1tica deliberada, o aprendizado avan\u00e7ado de idiomas n\u00e3o \u00e9 um projeto do tipo \u201cfa\u00e7a voc\u00ea mesmo\u201d, mas h\u00e1 recursos dispon\u00edveis para ajud\u00e1-los a aprimorar suas habilidades. Portanto, fa\u00e7am o juramento: \u201cN\u00e3o deixarei meu segundo idioma enfraquecer.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; A BYU tem muitas op\u00e7\u00f5es para o estudo do idioma ao n\u00edvel intermedi\u00e1rio e avan\u00e7ado, e mais op\u00e7\u00f5es est\u00e3o sendo desenvolvidas. Eu vejo um futuro em que todo aluno da BYU ter\u00e1 a oportunidade de estudar um segundo idioma \u2014 seja um idioma aprendido em uma miss\u00e3o, um idioma falado em casa, um idioma aprendido por meio de estudo formal ou um idioma adquirido por meio de outras experi\u00eancias de vida.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Essas oportunidades de aprendizado ser\u00e3o estruturadas como programas de idiomas que complementam as disciplinas acad\u00eamicas que os alunos escolhem. Para isso, nossos programas de idiomas ter\u00e3o v\u00e1rias op\u00e7\u00f5es de entrada e sa\u00edda baseadas em compet\u00eancias e oferecer\u00e3o op\u00e7\u00f5es de ensino de bacharelado e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-estudo-de-idiomas-leva-ao-aprendizado-e-ao-servico-por-toda-a-vida\"><strong><em>O estudo de idiomas leva ao aprendizado e ao servi\u00e7o por toda a vida<\/em><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>Assim como a capacidade de se comunicar em outro idioma expandir\u00e1 seus horizontes intelectuais, o conhecimento de outro idioma ter\u00e1 um efeito multiplicador em suas oportunidades de servi\u00e7o e aprendizado cont\u00ednuo depois da faculdade .<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quando ouvimos a palavra <em>servi\u00e7o,<\/em> \u00e9 prov\u00e1vel que nossos primeiros pensamentos se voltem para oportunidades de servi\u00e7o na Igreja que s\u00e3o muitas. No entanto, as oportunidades de servi\u00e7o e aprendizado tamb\u00e9m s\u00e3o abundantes em nossas voca\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Durante toda a minha vida, houve uma escassez de pessoas com experi\u00eancia em idiomas. Um relat\u00f3rio de 1979 para o presidente dos Estados Unidos concluiu que \u201ca incompet\u00eancia dos americanos em idiomas estrangeiros \u00e9 nada menos que uma vergonha, e est\u00e1 piorando\u201d (President&#8217;s Commission on Foreign Language and International Studies, \u201cStrength Through Wisdom: A Critique of U.S. Capability&#8221;, novembro de 1979, em <em>Modern Language Journal<\/em> 64, no. 1 [primavera de 1980]: 12).<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultados similares foram obtidos este ano em um relat\u00f3rio da Comiss\u00e3o Nacional de Aprendizado de Idiomas (ver <em>America&#8217;s Languages: Investing in Language Education for the 21st Century<\/em> [Cambridge, Massachusetts: American Academy of Arts and Sciences, 2017], amacad.org\/multimedia\/pdfs\/publications\/researchpapersmonographs\/language\/Commission-on-Language-Learning_Americas-Languages.pdf).<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Independentemente de onde servir\u00e3o, suas habilidades lingu\u00edsticas tornar\u00e3o esse servi\u00e7o pessoalmente gratificante. Voc\u00eas conhecer\u00e3o e passar\u00e3o a amar outras pessoas e o far\u00e3o com uma profunda emo\u00e7\u00e3o e compreens\u00e3o que, n\u00e3o seria poss\u00edvel de outra forma.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-a-linguagem-do-espirito\"><strong>A linguagem do Esp\u00edrito<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para concluir, gostaria de comentar sobre outro idioma que est\u00e1 dispon\u00edvel para todos n\u00f3s, mas que \u00e9 um idioma estrangeiro para a maioria dos cidad\u00e3os do mundo. \u00c9 a linguagem que Joseph B. Wirthlin chamou de &#8220;o idioma do Esp\u00edrito&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; O \u00c9lder Wirthlin descreveu essa esse idioma assim: &#8220;Existe um grandioso poder que transcende \u00e0 for\u00e7a das mensagens transmitidas somente por meio de palavras, e este \u00e9 o poder das mensagens transmitidas pelo Esp\u00edrito aos nossos cora\u00e7\u00f5es&#8221; (\u201cA linguagem do Esp\u00edrito\u201d, <a href=\"https:\/\/catalog.churchofjesuschrist.org\/assets\/cfe0e926-52e4-40c7-880e-bfcea1fe1d62\/0\/97?lang=eng\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\"><em>Liahona<\/em><\/a>, fevereiro de 1976).<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; De todos os idiomas do mundo, o idioma do Esp\u00edrito \u00e9 o que melhor satisfaz os objetivos de uma educa\u00e7\u00e3o na BYU. Eu vivenciei pessoalmente o idioma do Esp\u00edrito em minha vida e sei que ele existe. Gostaria de compartilhar alguns exemplos pessoais com voc\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-um-sussurro-para-a-preparacao\"><strong><em>Um sussurro para a prepara\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Depois de cinco anos de casamento, minha esposa e eu n\u00e3o conseguimos ter filhos, ent\u00e3o nos inscrevemos para adotar uma crian\u00e7a por meio dos Servi\u00e7os Sociais SUD. Fomos informados de que o processo levaria cerca de dois anos.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Depois de apenas seis meses, minha esposa, Karen, me informou em uma manh\u00e3 que o \u201cnosso\u201d beb\u00ea havia nascido. Ela soube, por meio de uma comunica\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito, que isso havia acontecido. Ela havia acabado de ter um sonho em que uma linda menina loira tinha vindo do c\u00e9u para ficar em nossa casa. Ela perguntou se eu poderia voltar para casa mais cedo naquele dia para que pud\u00e9ssemos fazer compras de roupas de beb\u00ea, fraldas, um carrinho de beb\u00ea e uma touca de banho.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; No final daquela tarde, quando voltamos das compras, eu estava abrindo a porta do nosso apartamento quando o telefone tocou. Era a ag\u00eancia de ado\u00e7\u00e3o ligando para nos informar que um beb\u00ea havia nascido na noite anterior e que, quando oraram sobre a coloca\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a, sentiram-se inspirados de que essa crian\u00e7a deveria fazer parte da nossa fam\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-um-sussurro-para-a-mudanca\"><strong><em>Um<\/em><\/strong><strong><em> sussurro para a mudan\u00e7a<\/em><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; D\u00e9cadas mais tarde, quando eu estava trabalhando como reitor do Instituto de Idiomas e Defesa em Monterey, na Calif\u00f3rnia, fui informado de que a BYU estaria contratando um diretor para um&nbsp; Centro de Estudos de Idiomas que foi recentemente criado. Fiz uma an\u00e1lise dos pr\u00f3s e contras de minhas op\u00e7\u00f5es e rapidamente conclu\u00ed que deixar meu cargo em Monterey n\u00e3o fazia sentido. A l\u00f3gica dessa conclus\u00e3o era incontest\u00e1vel, mas o Esp\u00edrito continuou a insistir que eu reconsiderasse.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em resposta a esses sussurros do Esp\u00edrito, fui ao templo e orei pedindo orienta\u00e7\u00e3o. Eu tinha uma pergunta simples: &#8220;Devo me candidatar para uma vaga na BYU?&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; A resposta do Esp\u00edrito foi imediata e direta: &#8220;Sim, e quando voc\u00ea aplicar, voc\u00ea conseguir\u00e1 a vaga.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nunca fui a uma entrevista de emprego com tanta confian\u00e7a como fui para aquela vaga na BYU.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-um-sussurro-para-a-cura\"><strong><em>Um sussurro para a cura<\/em><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; H\u00e1 quase dois anos, coloquei as m\u00e3os sobre a cabe\u00e7a de minha esposa. Com a certeza do Esp\u00edrito Santo, eu a aben\u00e7oei com confian\u00e7a, dizendo que ela totalmente se recuperaria&nbsp; do c\u00e2ncer que tinha acabado de ser diagnosticado. Essa b\u00ean\u00e7\u00e3o foi cumprida e, no in\u00edcio deste m\u00eas, minha esposa e eu comemoramos com gratid\u00e3o nosso anivers\u00e1rio de 51 anos de casamento.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sim, aprender outros idiomas \u00e9 importante, mas tornar-se proficiente no idioma do Esp\u00edrito deve ser nossa prioridade principal.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Irm\u00e3os e irm\u00e3s, sei que o evangelho \u00e9 verdadeiro e deixo esse testemunho com voc\u00eas. Em nome de Jesus Cristo. Am\u00e9m.<\/p>\n","protected":false},"template":"","tags":[],"class_list":["post-925","speech","type-speech","status-publish","hentry","event_type-devocional","podcast-byu-speeches-portugues","speaker-ray-t-clifford","topic-aprendizado","topic-conhecimento","topic-servico"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v27.4 (Yoast SEO v27.4) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Aprendizado de idiomas: Uma experi\u00eancia verdadeiramente educativa | BYU Speeches Portugu\u00eas<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Sim, aprender outros idiomas \u00e9 importante, mas tornar-se proficiente no idioma do Esp\u00edrito deve ser nossa prioridade principal.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/speeches.byu.edu\/por\/talks\/ray-t-clifford\/aprendizado-de-idiomas\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Aprendizado de idiomas: Uma experi\u00eancia verdadeiramente educativa\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Sim, aprender outros idiomas \u00e9 importante, mas tornar-se proficiente no idioma do Esp\u00edrito deve ser nossa prioridade principal.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/speeches.byu.edu\/por\/talks\/ray-t-clifford\/aprendizado-de-idiomas\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"BYU Speeches Portugu\u00eas\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.youtube.com\/@BYUSpeechesPortugues\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2024-11-19T23:40:05+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/speeches.byu.edu\/por\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2024\/01\/Speeches_ShareCard2024_PORT.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1920\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"1080\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"20 minutos\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Written by\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"Ray T. 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